- Aiatolá Ali Khamenei, líder supremo do Irã, morreu no início dos ataques dos EUA e de Israel; há uma semana de cerimônias fúnebres em Teerã.
- O corpo foi velado em Teerã, com o caixão apresentado ao público e multidões expressando luto durante as homenagens.
- De Teerã, o translado deve seguir para Qom, Najaf e Kerbala, antes do sepultamento em Mashhad na quinta-feira.
- Delegações internacionais participaram ou foram anunciadas para comparecer ao funeral, incluindo representantes do Líbano, Iraque, Iêmen, Rússia e China.
- O funeral ocorre em meio a um contexto de divisão interna no Irã, com o novo líder, Mojtaba Khamenei, ausente em público desde o ataque que matou o pai, e após anos de sanções e repressões a protestos.
O corpo do líder supremo do Irã, aiatolá Ali Khamenei, foi velado nesta sexta-feira em Teerã, após sua morte ocorrida no início dos ataques dos EUA e de Israel ao país. A cerimônia marca a primeira de uma semana de rituais oficiais.
Autoridades, clérigos, dignitários estrangeiros e milhares de enlutados participaram do velório no grande salão de orações, enquanto o Irã realiza uma demonstração de apoio ao Estado teocrático, em meio a tensões regionais.
O caixão foi exibido ao público na quinta-feira, com o público acompanhando o cortejo em lágrimas. O sepultamento está previsto para Mashhad, embora o corpo siga em uma procissão que passará por centros xiitas no Irã e no Iraque.
Cronograma das cerimônias
O corpo deve ser levado a Qom, Najaf e Kerbala, antes do enterro definitivo em Mashhad, na quinta-feira seguinte. As cerimônias ocorrerão em diferentes cidades de onde se espera participação maciça.
Participação internacional
Delegações do Líbano, Iraque e Iêmen chegaram para prestar homenagem, junto de representantes da Rússia e da China. Autoridades iranianas destacaram a participação de convidados de alto nível.
Contexto político
No Irã, Khamenei era visto como símbolo da liderança clerical e da rede de influência regional. A morte ocorre em meio a sanções prolongadas, protestos internos e tensão com potências estrangeiras, em um momento de mobilização oficial.
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