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Marinha britânica testa drone de ataque no mar

Teste da Marinha Real lança drone com capacidade de ataque, sinalizando avanço para força naval híbrida diante de plano de 15 bilhões de libras

Vídeo: Marinha britânica testa drone com capacidade de ataque no mar
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  • Um vídeo do Ministério da Defesa do Reino Unido mostrou a Marinha Real lançando um drone com capacidade de ataque a partir de um navio em alto-mar.
  • O teste foi descrito pela Marinha Real como um “passo significativo” rumo a uma força naval híbrida para enfrentar ameaças em evolução.
  • O primeiro-ministro Keir Starmer comprometeu-se a investir 15 bilhões de libras adicionais para modernizar as forças armadas britânicas.
  • O plano inclui 5 bilhões de libras para drones e armas autônomas, a criação de uma marinha híbrida e o aumento da letalidade do Exército.
  • Autoridades destacam que o Reino Unido se prepara para guerras futuras, em meio a temores de que a Rússia possa atacar um país da Otan até 2030.

Um vídeo divulgado pelo Ministério da Defesa do Reino Unido mostrou a Marinha Real lançando um drone com capacidade de ataque a partir de um navio em alto-mar. O teste foi descrito pela própria Marinha como um passo significativo rumo a uma força naval híbrida, capaz de enfrentar ameaças em evolução.

O material mostra o drone sendo lançado e operando em cenário marítimo, com a defesa destacando a estratégia de desenvolver sistemas autônomos para ampliar a prontidão. O anúncio ocorre em meio a pressões por modernização das forças armadas britânicas.

O primeiro-ministro Keir Starmer anunciou, na terça-feira, o compromisso de investir 15 bilhões de libras adicionais na defesa. O plano inclui 5 bilhões para drones e armas autônomas, além de reforços para uma marinha híbrida e maior capacidade do Exército.

Investimento e objetivos

Segundo o governo, o pacote visa preparar o Reino Unido para as guerras do futuro, fortalecendo a mobilidade e a letalidade das forças armadas. O plano também reflete preocupações com potenciais ataques de Moscou a países da OTAN em um horizonte de até 2030.

A estratégia britânica é apresentada como resposta ao aumento de ameaças, mantendo a defesa como prioridade em um contexto de tensão internacional. Autoridades destacam a necessidade de tecnologia autônoma para enfrentar cenários complexos.

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