- A Ryanair e o diretor do Aeroporto de Berlim alertam para graves transtornos nas viagens de verão com o novo sistema digital de controle de fronteiras da UE, o Sistema de Entrada e Saída (SES).
- O SES exige registro biométrico de passageiros de fora da UE na entrada e verificação na saída; a Comissão Europeia afirma oferecer mais apoio.
- Em Berlim, tempos de espera de uma a duas horas foram observados em um terminal que atende a Ryanair e a Wizz Air, segundo autoridades.
- Companhias e aeroportos listados enfrentam transtornos significativos, entre eles Tenerife Sul, Palma, Alicante, Málaga, Milão Bergamo, Cracóvia e Paris Beauvais.
- A Ryanair pediu o adiamento do sistema até depois do verão para evitar caos, filas e voos perdidos.
O sistema de verificação de passageiros da UE enfrenta falhas significativas, causando filas e atrasos nas viagens de verão. A Ryanair e Aletta von Massenbach, diretora do Aeroporto de Berlim, alertaram para a gravidade da situação diante do novo sistema digital de fronteiras. O objetivo era simplificar o controle, mas os efeitos têm sido opostos.
Segundo o Sistema de Entrada e Saída da UE, viajantes de fora da União precisam registrar informações biométricas na entrada, com verificação na saída. A Comissão Europeia diz oferecer mais apoio para enfrentar as dificuldades. Em Berlim, o tempo de espera em alguns terminais pode chegar a duas horas.
Neal Macmahon, diretor de operações da Ryanair, afirmou que passageiros e famílias não devem ser usados como cobaias de um sistema de controle de passaportes ainda incompleto, que pode provocar longas filas, voos perdidos e estresse nos aeroportos neste verão. A Ryanair aponta transtornos relevantes em várias bases.
Entre os aeroportos afetados estão Tenerife Sul, Palma, Alicante, Málaga, Milão Bergamo, Cracóvia e Paris Beauvais, que registram grandes perturbações. A empresa aérea já indicou que o caos pode impactar as viagens de centenas de milhares de passageiros. A preocupação persiste à medida que o verão se aproxima.
Na fala anterior, o chefe de uma associação europeia de aeroportos disse que as preocupações com o EES têm afetado o sono de gestores do setor. A situação atuais envolve medidas de segurança fronteiriça que, na prática, geram lentidão e impactos operacionais.
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