- Trump não foi visto em nenhuma partida da Copa do Mundo até o momento, incluindo jogos da seleção dos Estados Unidos.
- Gianni Infantino anunciou que o republicano entregará a taça ao campeão na final, marcada para o estádio MetLife, em Nova Jersey, no dia 19 deste mês; a Casa Branca não confirmou a presença dele.
- Desde o retorno ao poder, Trump tem se envolvido mais com política do que com jogos, e só participou de eventos como a reunião do G7 e negociações sobre conflitos internacionais.
- O apoio a eventos da Copa gera expectativa; assessores sugerem que o presidente pode surpreender, embora não haja confirmação de presença em estádios.
- Entre líderes de países-sede, o Canadá teve participação em jogos e a presidente do México não compareceu a jogos por protesto com o preço dos ingressos; ela doou o ingresso a uma jovem indígena.
Donald Trump ainda não acompanhou nenhuma partida do Mundial de Futebol em solo norte-americano, mesmo com a seleção dos EUA avançando para as oitavas de final após vencer a Bósnia por 2 a 1. A ausência do ex-presidente, que está no cargo apenas intermitentemente, contrasta com a atenção dada ao torneio pela Casa Branca e pela imprensa esportiva.
A imprensa acompanha de perto a relação entre a Copa do Mundo e a administração de Trump. O republicano foi apontado como principal articulador da candidatura norte-americana para sediar o evento e, desde a sua volta ao poder em 2025, tem sido visto com mais frequência recebendo figuras da Fifa no Salão Oval do que outros líderes. Até o momento, não houve confirmação de presença dele em estádios durante as partidas dos EUA.
Gianni Infantino indicou que Trump entregará a taça ao campeão na final, marcada para o estádio MetLife, em Nova Jersey, no dia 19 deste mês. A Casa Branca não confirmou a presença do presidente nessa cerimônia. Em 2025, Trump já participou de uma cerimônia de encerramento da Copa do Mundo de Clubes, entregando a taça ao Chelsea.
Contornos da presença e de outras lideranças
Desde o início da Copa, o tema da presença de Trump nos estádios tem sido tema constante de entrevistas oficiais, com respostas marcadas por indícios de surpresas. O chefe da Força-Tarefa da Casa Branca para a Copa do Mundo disse que o presidente gosta de criar suspense e que haverá novidades a acompanhar.
Entre as ações recentes, Trump participou do encontro do G7 na França e esteve envolvido nas tratativas sobre conflitos regionais. Em junção com sua agenda esportiva, o ex-presidente esteve no Madison Square Garden para as finais da NBA, o que gerou vaias e exigências de reforço no perímetro de segurança.
Observa-se também a agenda de outros líderes dos países-sede. O primeiro-ministro do Canadá, Mark Carney, acompanhou uma partida pela fase de grupos em Vancouver, mesmo sem marcar presença na estreia de seu país. Já a presidente do México, Claudia Sheinbaum, anunciou que não iria aos jogos por protesto contra o preço dos ingressos, tendo, porém, doado o ingresso de uma partida para uma jovem indígena.
Carney, Sheinbaum e Trump são esperados na cerimônia de encerramento do torneio. A presença de cada um deles, no entanto, permanece sujeita a ajustes de agenda e questões logísticas de segurança, com foco em garantir a participação dos torcedores e a tranquilidade do evento.
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