- O feriado de quatro de julho nos EUA teve calor extremo, chegando próximo de cinquenta graus, e afetou as comemorações do 250º aniversário da independência.
- Em Nova York, mais de setenta embarcações de diferentes países participaram de uma celebração nas águas da cidade, descrita como uma “cápsula do tempo” que só será aberta daqui a duzentos e cinquenta anos.
- Em Washington, as festividades incluíram demonstrações aéreas e cores nacionais, mas o calor levou a mudanças de última hora na programação oficial, com cancelamentos e adiamentos.
- Em alguns pontos, eventos foram cancelados ou reduzidos, como a abertura de uma feira em frente ao Capitólio e o palco na Avenida da Independência, embora milhares de pessoas tenham ido às ruas.
- À noite, houve queima de fogos em Mount Rushmore; o presidente Donald Trump afirmou que os Estados Unidos são “o país mais forte e poderoso da Terra” e planeja um pronunciamento, possivelmente marcando a maior queima de fogos da história.
Calor extremo atinge celebração dos 250 anos da independência dos EUA, alterando programação em Nova York e Washington. No feriado de 4 de julho, o calor próximo de 50°C impactou eventos oficiais, com cancelamentos e ajustes, enquanto milhares de pessoas seguiram nas ruas para as comemorações.
Em Nova York, mais de 70 embarcações de várias nacionalidades participaram de uma celebração naval nas águas da cidade, uma espécie de cápsula do tempo que será aberta daqui a 250 anos. Em Washington, o foco ficou para demonstrações aéreas e o uso das cores nacionais, com o calor moldando a agenda pública e levando a mudanças de última hora.
Alguns atos foram cancelados ou reduzidos para reduzir riscos à segurança. A abertura de uma feira em frente ao Capitólio foi adiada e o palco da Avenida da Independência não abriu, diante das altas temperaturas. Mesmo assim, a multidão ocupou as vias e resistiu ao calor com apoio de equipes de assistência que distribuíram água.
Pessoas saíram às ruas mesmo sob o calor intenso. Uma advogada identificada como Elizabeth Johnson, vestida como a Estátua da Liberdade, comentou que participaria da celebração independentemente da temperatura. À noite, a programação continuou após o pôr do sol, com queima de fogos em Mount Rushmore, o monumento que abriga os rostos de quatro presidentes.
Deslocada para o fim do dia, a agenda presidencial ganhou destaque. O presidente Donald Trump afirmou, sem detalhar procedimentos, que os Estados Unidos possuem “o país mais forte e poderoso da Terra” e informou que fará um pronunciamento no final da noite, seguido pela queima de fogos anunciada como a maior da história.
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