- Ilana Gritzewsky testemunhou ao Conselho de Direitos Humanos da ONU em Genebra, no dia 23, relatando violência sexual, cárcere de cinquenta e cinco dias e violência física cometidos por sete terroristas.
- Ela falou em nome de outras mulheres mortas e mutiladas, destacando que a liberdade não apaga o trauma.
- Na mesma sala, a relatora especial sobre violência contra mulheres e meninas, Reem Alsalem, permaneceu impassível e não olhou para Gritzewsky durante o depoimento.
- O texto acusa Alsalem de já ter minimizado investigações independentes sobre estupros ocorridos em onze de outubro, ignorando evidências e relatos de sobreviventes e organizações internacionais.
- O artigo critica a hipocrisia institucional da UN em relação ao sofrimento de mulheres judias, sugerindo uma desproporção na atenção dada a diferentes vítimas em contextos geopolíticos.
Ilana Gritzewsky relatou, em 23 de julho, ao Conselho de Direitos Humanos das Nações Unidas, em Genebra, detalhes de violência sexual, cativeiro e agressões ocorridas durante um ataque. Ela afirmou ter sido abusada sexualmente, espancada e mutilada, acordando seminua com sete agentes armados em posição de ameaça.
A vítima, que também representa outras mulheres afetadas, permaneceu sob tratamento médico por lesões graves, incluindo quadril e mandíbula quebrados, após cinquenta e cinco dias de cativeiro. Em seu relato, enfatizou que a liberdade não cura o trauma imediato nem o impacto emocional prolongado.
Durante o depoimento, estava presente Reem Alsalem, relatora especial sobre violência contra mulheres e meninas. A audiência tornou-se tensa, com Gritzewsky pedindo atenção diante de uma tela, sem que a relatora aceitasse olhar diretamente para ela.
Gritzewsky descreveu o momento no qual foi exposta a violência e pediu por reconhecimento. Alsalem, segundo a reportagem, não comentou de forma direta as acusações de violência sexual ocorridas em 7 de outubro e permaneceu em silêncio por parte do relato apresentado.
Ao longo do encontro, a atmosfera refletiu divergências entre autoridades da ONU sobre a caracterização de incidentes de violência sexual em conflitos. A relatora, mencionada como responsável por um relatório sobre violência contra mulheres, não mencionou explicitamente as ocorrências descritas pela vítima.
Na fala de Gritzewsky, houve referência às lacunas entre relatos de violência, evidências forenses e investigações independentes. O depoimento ocorreu em um momento de debate sobre o tratamento de denúncias de violência envolvendo israelenses e palestinos.
O encontro ocorreu no contexto de discussões do Dia Internacional das Mulheres de 2026, com o tema Direitos, Justiça e Ação. A reunião destacou compromissos com a defesa de mulheres e meninas, conforme a agenda da ONU.
Fontes próximas ao evento indicaram que o corpo diplomático acompanha a repercussão de acusações sobre a atuação de autoridades da ONU em casos de violência sexual. O relatório de Alsalem continua a ser objeto de controvérsia entre diferentes atores internacionais.
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