Em Alta Copa do Mundo NotíciasAcontecimentos internacionaisPessoasPolíticaConflitos

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Funeral do líder supremo no Irã atrai multidão em meio à tensão com EUA

Funeral do líder supremo atrai multidão em Teerã, ampliando a tensão entre Irã e Estados Unidos e críticas ocidentais sobre patrulhas no Estreito de Ormuz

Pessoas prestam homenagens ao falecido Líder Supremo Aiatolá Ali Khamenei, morto em 28 de fevereiro em ataques aéreos de Israel e dos EUA, durante uma cerimônia pública de despedida na Grande Mosalla do Imam Khomeini, em Teerã, Irã, em 4 de julho de 2026. REUTERS/Murad Sezer. A mídia estrangeira no Irã opera sob diretrizes estabelecidas pelo Ministério da Cultura e Orientação Islâmica, que regula as atividades e as autorizações de imprensa. PROIBIDO PARA ISRAEL. PROIBIDA A VENDA COMERCIAL OU EDITORIAL EM ISRAEL. PROIBIDO O ACESSO À MÍDIA ISRAELENSE. PROIBIDO O USO PELA BBC PERSIAN. PROIBIDO O USO PELA VOA PERSIAN. PROIBIDO O USO PELA MANOTO. PROIBIDO O USO PELA IRAN INTERNATIONAL. PROIBIDO O USO PELA RADIO FARDA. DIGITAL: PROIBIDO O USO PELA BBC PERSIAN. PROIBIDO O USO PELA VOA PERSIAN. PROIBIDO O USO PELA MANOTO. PROIBIDO O USO PELA IRAN INTERNATIONAL. PROIBIDO O USO PELA RADIO FARDA.
0:00
Carregando...
0:00
  • O funeral do líder supremo Ali Khamenei começou em Teerã, na Grand Mosalla, no dia 4 de julho, data marcada pela imprensa iraniana como o 250º aniversário da criação dos Estados Unidos.
  • Durante a cerimônia, a multidão no Irã entoou “Morte à América” e “Morte a Israel”, em tom comum desde a Revolução de 1979.
  • O principal negociador do Irã alertou a França e ao Reino Unido sobre comentários de patrulhas conjuntas na hidrovia que liga o Golfo Pérsico, ponto de passagem de uma parte significativa do petróleo mundial.
  • O presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou em discurso paralelo que os iranianos “querem tanto um acordo” e disse ter dado a eles “uma semana de folga para um funeral”.
  • Kazem Gharibabadi, o negociador iraniano, criticou uma declaração conjunta de Starmer e Macron sobre patrulhas no Estreito de Ormuz, afirmando que a segurança da região pertence aos estados costeiros e avisando sobre consequências de “aventureirismo”.

Durante a cerimônia em Teerã, multidões se reuniram para prestar homenagens ao falecido Líder Supremo Aiatolá Ali Khamenei, ocorrido em 28 de fevereiro. O funeral teve início no dia 4 de julho, data simbólica para os Estados Unidos, segundo relatos locais. Em meio à tensão entre Irã e potências ocidentais, a passagem de fiéis pela Grande Mosalla do Imam Khomeini ocorreu sem incidentes graves reportados pelas autoridades iranianas até o momento.

A cerimônia ocorreu na capital iraniana e reuniu moradores enlutados, oficiais e representantes religiosos. O ato contou com uma demonstração de apoio ao governo, em meio a críticas externas sobre o peso da liderança e a condução de políticas externas. A presença de uma grande bandeira com mensagens inflamadas chamou a atenção de observadores internacionais.

Alerta diplomático e tom de discurso

Durante o evento, o principal negociador iraniano enviou um alerta a França e ao Reino Unido sobre comentários relacionados a patrulhas conjuntas na hidrovia do Estreito de Ormuz, destacando que a segurança da região depende dos estados costeiros. O porta-voz também enfatizou que aqueles que iniciaram a crise devem arcar com as consequências do que chamou de aventureirismo.

Reações externas e desdobramentos

Em Washington, o presidente Donald Trump fez um discurso simultâneo ao evento, afirmando que os EUA deram uma “folga” de uma semana para o Irã, em tom que refletiu o agravamento da retórica entre as partes. A manifestação nos arredores da cerimônia também mostrava adesão de parte do público a mensagens de contenção contra adversários regionais, incluindo críticas a Israel e aos Estados Unidos.

Contexto regional e declarações oficiais

Na mesma linha, o principal negociador iraniano reiterou críticas a declarações conjuntas do primeiro-ministro britânico e do presidente francês sobre a possibilidade de patrulhas no Estreito de Ormuz. O porta-voz ressaltou que a segurança da rota depende de estados costeiros e destacou que as partes responsáveis pela crise devem responder por suas ações.

Conteúdo adaptado para fins informativos.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais