- Trump encerrou as comemorações de 250 anos da independência dos EUA em Washington com um discurso que enfatizou o excepcionalismo americano.
- Ao falar, exaltou a história do país e classificou o comunismo como um “câncer”, afirmando que precisa ser combatido pela raiz.
- No palco, veteranos de guerra e astronautas participaram; o presidente citou a guerra no Irã como um de seus principais desafios políticos e disse que os EUA afundaram a marinha iraniana.
- Foram disparados mais de 800 mil explosivos nos céus de Washington, em fogos de artifício para marcar o aniversário, após interrupções causadas pelo tempo.
- O dia foi marcado por atrasos e reabertura do evento, com Trump comentando horários diferentes para o discurso e ressaltando que haveria diversão na noite.
Em Washington, durante as festividades do 250º aniversário da independência dos EUA, Donald Trump encerrou o evento com um discurso centrado no excepcionalismo americano. O tom foi de defesa da liberdade e da história do país.
No palco, Trump convidou veteranos de guerra e astronautas. O tema principal foi a política externa, com críticas ao comunismo, que chamou de câncer. Também exaltou a bandeira dos EUA como vitoriosa sobre o comunismo no passado.
O ex-presidente voltou a defender pautas já anunciadas pelo seu partido, incluindo a proibição de votos por correio. O objetivo é ampliar o apoio do eleitorado em ano de pleito legislativo.
Antes do discurso, houve interrupções causadas pelo clima e pela temperatura elevada. Depois de uma reabertura, a multidão voltou a lotar o espaço diante do obelisco de Washington.
Os fogos de artifício, com a participação de mais de 800 mil explosivos, encerraram as comemorações, marcando o 250º aniversário. O evento buscou manter o fervor patriótico mesmo diante de contratempos climáticos.
A referência à guerra com o Irã foi apontada pelo anfitrião como um dos principais desafios políticos do ano. Trump afirmou que a marinha iraniana sofreu danos, sem detalhar evidências oficiais.
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