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China liberta pastor e o envia aos EUA em gesto a Trump

China liberta pastor Ezra Jin e o envia a Los Angeles, gesto de boa vontade entre Xi Jinping e Donald Trump

Arranjo diplomático entre Trump e Xi Jinping garantiu a soltura do pastor Ezra Jin (foto)
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  • A China libertou o pastor Ezra Jin, líder de uma igreja clandestina chinesa que estava detido há meses no país.
  • Jin chegou a Los Angeles no sábado, 4 de julho de 2026.
  • A libertação foi apresentada como resultado de conversas entre Xi Jinping e Donald Trump.
  • A ChinaAid afirmou que a soltura foi um “gesto de boa vontade do governo chinês” e agradeceu Trump, ao secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, e a integrantes do Congresso.
  • A organização pediu apoio da administração de Trump para libertar outros prisioneiros de consciência, incluindo pessoas ligadas ao Falun Gong, além de cristãos de igrejas domésticas, muçulmanos uigures e tibetanos.

A China libertou o pastor Ezra Jin, líder de uma igreja clandestina, e o enviou aos Estados Unidos. A libertação foi anunciada após conversas entre os presidentes Xi Jinping e Donald Trump, segundo a organização ChinaAid. Jin chegou a Los Angeles no sábado, 4 de julho de 2026, em um movimento visto como gesto de boa vontade do governo chinês.

A liberação coincidiu com o Dia da Independência dos EUA. A ChinaAid atribuiu a decisão a Trump e ao secretário de Estado norte-americano, Marco Rubio, citando também o papel de membros do Congresso, de igrejas e de apoiadores internacionais que mantiveram o caso na pauta de autoridades norte-americanas.

O pedido para libertar Jin envolve ainda outros presos religiosos na China. A ChinaAid afirmou que continua buscando ações para libertar integrantes de religiões diversas, incluindo colaboradores do Falun Gong, que Pequim considera uma seita. A instituição ressaltou a necessidade de ampliar ações para deixar livres pastores, padres, bispos e cristãos de casas religiosas.

Contexto internacional e religioso

A entidade destacou também que, no contexto da China, há tensões entre comunidades cristãs proprietárias de igrejas clandestinas e a igreja católica reconhecida, com parte dos fiéis mantendo encontros fora do controle estatal. O caso de Jin é visto como parte de um cenário mais amplo de liberdades religiosas na China.

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