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Governo Trump intervém em decisão de cartão vermelho; Bélgica promete retaliação

Caso envolve possível influência política na reversão do cartão vermelho de Balogun; Bélgica contesta a decisão e avalia medidas

Trump e Infantino durante coletiva na Casa Branca
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  • A Fifa libertou Balogun do cartão vermelho após avaliação que, segundo a Associated Press, contou com possível contato da Casa Branca.
  • A Casa Branca teria pedido a revisão da punição, mas não há detalhes sobre quem ligou nem o momento da ligação.
  • A decisão gerou repercussão internacional; o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, celebrou a reversão em suas redes sociais.
  • A Federação Belga de Futebol reagiu, dizendo estar surpresa e contestando a interpretação de artigos do código disciplinar usados pela Fifa.
  • A Fifa não comentou oficialmente o processo de revisão nem confirmou envolvimento da Casa Branca; o episódio ocorre durante a Copa do Mundo de 2026, nos Estados Unidos, Canadá e México.

O objetivo da notícia é esclarecer a reversão de um cartão vermelho aplicado ao atacante Folarin Balogun durante a Copa do Mundo de 2026, em meio a alegações de interferência política. A Fifa reviu a expulsão que havia condenado Balogun a ficar fora de uma partida.

Segundo a agência AP, a Casa Branca teria entrado em contato com a Fifa para solicitar a revisão da decisão. Uma fonte sob condição de anonimato afirmou que houve uma ligação, mas não revelou quem fez o contato nem quando ocorreu.

Pouco tempo depois, a punição foi revertida. A reversão ganhou repercussão internacional e levantou questionamentos sobre a possibilidade de influência política em uma decisão esportiva.

Reação da Bélgica

A Real Federação Belga de Futebol RBFA informou, em nota, que ficou surpresa com a liberação de Balogun para enfrentar a Bélgica nas oitavas. A entidade alegou interpretação divergente do regulamento da Fifa e citou artigos que tratam de suspensão automática.

A RBFA destacou que o art. 66.4 do Código Disciplinar estabelece suspensão automática após cartão vermelho, o que, segundo a federação, não seria considerado na decisão. Também mencionou o art. 10.5 do Regulamento da Copa de 2026 e a Circular 16 da Fifa.

A nota afirma ainda que a equipe estuda opções para defender o espírito de fair play e os direitos da seleção. A federação não detalhou quais medidas serão adotadas.

Sobre a revisão pela Fifa

Até o momento, a Fifa não divulgou detalhes do processo de revisão nem comentou as informações da AP. Também não houve confirmação oficial de possíveis contatos da Casa Branca.

O episódio ocorre no contexto da Copa do Mundo de 2026, sediada por Estados Unidos, Canadá e México, ampliando o foco sobre decisões disciplinares que envolvem seleções nacionais.

Segundo a AP, a única confirmação é o contato entre a Casa Branca e a Fifa para solicitar a revisão da expulsão. Os responsáveis pela ligação e o momento exato não foram revelados.

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