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Novo aiatolá não comparece ao funeral de Khamenei no Irã

Mojtaba Khamenei não aparece no funeral de Ali Khamenei; liderança permanece ocultada, enquanto o segundo dia atrai multidão expressiva em Teerã

Segundo dia do funeral de Ali Khamenei lotou centro religioso em Teerã, com estimadas centenas de milhares de pessoas
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  • Segundo dia do funeral de Ali Khamenei lotou o Grande Mosalla Imam Khomeini, em Teerã, com centenas de milhares de pessoas.
  • Três filhos do líder falecido — Mostafa, Meysam e Masoud Khamenei — rezaram ao lado do caixão, mas Mojtaba Khamenei não apareceu publicamente e é visto como oculto.
  • Os caixões de outros membros da família foram velados, em memória aos que morreram no ataque ocorrido em 28 de fevereiro, que deu início à guerra na região.
  • Durante as cerimônias, houve pedidos de morte ao presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, refletindo o tom agressivo de parte do ato público.
  • O plano é transportar os restos de Khamenei a locais religiosos xiitas no Iraque, enquanto a segurança é reforçada e autoridades iranianas sinalizam confiança.

O segundo dia do funeral de Ali Khamenei manteve Teerã em luto. O evento ocorreu no Grande Mosalla Imam Khomeini, reunindo centenas de milhares de pessoas para homenagear o líder supremo falecido.

Três filhos de Khamenei — Mostafa, Meysam e Masoud — rezaram ao lado dos caixões. Mojtaba Khamenei, que sucederia o pai, não foi visto em público e permanece oculto desde o ataque que acendeu a guerra no Oriente Médio.

Caixões de outros familiares também foram velados no pátio do local, em cerimônia aberta ao público após um dia de velório interno para autoridades. O sepultamento integra uma semana de rituais com deslocamentos de restos mortais.

Detalhes do funeral e participação

A cerimônia faz parte de uma semana de homenagens que prevê levar os restos mortais de Khamenei a locais xiitas no Iraque. O caixão foi exibido ao ar livre, protegido por vidros, acompanhado de membros da família.

Pessoas vestidas de preto carregavam símbolos de luto e expressaram pedidos de condolência e vingança contra adversários externos, incluindo pedidos de morte a figuras internacionais. A participação atingiu um público maior do que no dia anterior.

A imprensa estatal informou grande mobilização de deslocamentos urbanos, com sistemas de transporte registrando fluxos intensos para o local. Autoridades não divulgaram estimativa de público oficialmente.

Segurança e contexto regional

Funcionários do governo iraniano e comandantes da Guarda Revolucionária estiveram presentes, reforçando a segurança ao redor da cerimônia. A presença de altos cargos sinaliza uma mensagem de estabilidade institucional em meio ao luto.

Oficiais locais não detalharam planos para o desdobramento das cerimônias nos próximos dias. O anúncio das homenagens aconteceu após um cessar-fogo frágil entre EUA e Irã ter entrado em vigor, reduzindo tensões imediatas.

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Novo aiatolá não comparece ao funeral de Khamenei no Irã

Mojtaba Khamenei não comparece ao funeral, alegando ferimento e ocultação, enquanto o Irã realiza uma semana de cerimônias sob forte aparato de segurança

Segundo dia do funeral de Ali Khamenei lotou centro religioso em Teerã, com estimadas centenas de milhares de pessoas
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  • Mojtaba Khamenei, provedor de eventual liderança, não apareceu no funeral do pai e não há divulgação de imagem; permanece sem aparição pública desde o ataque que abriu a guerra na região.
  • Três filhos do aiatolá Ali Khamenei—Mostafa, Meysam e Masoud—rezaram ao lado do caixão no Grande Mosalla Imam Khomeini, em Teerã.
  • O Irã promove uma semana de cerimônias fúnebres, incluindo visitas a locais xiitas no Iraque, como parte dos ritos oficiais.
  • O funeral atraiu um público maior; a rede de metrô divulgou 7 milhões de deslocamentos desde o fim de sábado até a manhã de domingo.
  • Autoridades de alto escalão, como líderes militares e o presidente e o chefe do parlamento, estiveram presentes, sinalizando maior segurança após o início das cerimônias.

O funeral de Ali Khamenei, falecido líder supremo do Irã, ouviu rezas de três de seus filhos neste domingo, em Teerã. Mojtaba Khamenei, herdeiro anunciado, não apareceu entre os presentes. A ausência ocorre dias após o ataque que abriu a guerra no Oriente Médio.

Caixões de Mostafa, Meysam e Masoud Khamenei ficaram expostos no pátio do Grande Mosalla Imam Khomeini, sob cobertura de vidro, com seus nomes visíveis. Milhares de iranianos vestiam preto para as cerimônias iniciadas na sexta e que se estendem pela semana.

A TV estatal mostrou as rezas ao lado dos corpos, ainda sem presença pública de Mojtaba, que segundo fontes próximas teria ficado ferido no ataque e está fora de público desde então. A imprensa não confirmou imagens dele.

Novos caixões foram velados em cerimônias que seguem em várias cidades, com o governo prometendo uma semana de rituais religiosos antes de trasladar restos mortais para locais xiitas no Iraque. As atividades visam simbolizar a devoção ao regime.

Ao lado da cerimônia, autoridades iranianas expressaram firmeza. O general Ahmad Vahidi apareceu entre a multidão, acompanhado por forças de segurança. Lançou-se a mensagem de que o Irã segue o caminho traçado por Mojtaba, segundo relatos.

Entre os presentes estiveram o presidente Masoud Pezeshkian, o presidente do Parlamento Mohammad Bagher Qalibaf e Esmail Qaani, chefe da Força Quds. A presença sugere maior segurança e demonstração de estabilidade institucional.

A rede de transporte público informou 7 milhões de viagens entre o fim de sábado e a manhã de domingo, refletindo deslocamentos maciços para Teerã. Não foram divulgadas estimativas oficiais de público nos funerais.

Analistas apontam que o retorno de autoridades de alto escalão à capital sinaliza retomada de normalidade após meses de tensão. O Irã justificou as cerimônias como parte das tradições religiosas do luto nacional.

Missionários e autoridades estrangeiras acompanharam o andamento dos rituais, enquanto o cessar-fogo frágil entre EUA e Irã parece ter criado um ambiente mais estável para as cerimônias. A situação permanece volátil, com ameaças antigas circulando.

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