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Três medidas para reduzir custos com verificações de fronteira da UE em aeroportos

Filas no novo sistema de controle de fronteira da UE podem encarecer a viagem; chegue cedo, ative alertas e leia a papelada para evitar custos extras

BBC A colourful graphic showing a plane, passport and fingerprint and a man and woman carrying suitcases and running
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  • Passageiros do Reino Unido devem registrar impressões digitais e foto no Sistema de Entrada/Saída (EES); isso pode causar atrasos e levar a custos adicionais, como a compra de nova passagem.
  • Recomenda-se chegar cedo aos aeroportos europeus para evitar perder o voo, com orientações variando entre três horas antes do voo de retorno e horários informados pela companhia; no Porto de Dover, chegou a avisar para chegar no máximo duas horas antes do ferry.
  • Fique atento a alertas de companhias aéreas e prestadores de serviço de viagem para saber sobre tempos de espera e mudanças; apps, mensagens de texto e e-mails ajudam a se manter informado.
  • Se perder o voo por causa das filas do EES, as companhias aéreas não são obrigadas a remarcar sem cobrança; seguros de viagem costumam não cobrir despesas por atrasos no EES.
  • Caso haja exemplo real, Anne Robinson e o filho de 13 anos perderam o voo de Roma e pagaram £ 250 por um novo voo, sem possibilidade de reembolso pelo atraso.

A nova fase de controle de fronteira da UE, chamada Entry/Exit System (EES), tem causado filas em aeroportos. Passageiros britânicos precisam registrar impressões digitais e foto ao escanear o passaporte, o que aumenta o tempo de verificação.

Esse atraso vem sendo sentido por viajantes britânicos que vão para a Europa neste verão, com relatos de atrasos que já resultaram em perda de voos e custos adicionais com novas passagens. Empresas aéreas e operadoras de transporte alertam para a necessidade de planejamento extra.

Entre os responsáveis pelo acompanhamento estão passageiros, companhias como Wizz Air, Jet2 e Ryanair, além de serviços de trem como Eurostar. Em Dover, o terminal de balsa informou que a implementação ainda enfrenta falhas técnicas, orientando que se chegue com até duas horas de antecedência.

Para evitar custos extras, especialistas sugerem três medidas simples, que ajudam a reduzir o impacto das filas. Em primeiro lugar, chegar cedo, porém sem exagero, para já adiantar o check-in e o registro no EES.

Outra orientação é assinar alertas de companhias aéreas e operadores. Mensagens sobre tempos de espera e mudanças operacionais costumam chegar por apps, SMS ou e-mail, permitindo reorganizar a viagem.

Por fim, é essencial consultar a documentação e entender as regras de seguro. Em caso de atraso por EES, a maioria das apólices não cobre novas passagens ou despesas extras, dependendo da cobertura contratada, conforme a Associação de Seguradoras Britânica.

Casos reais exemplificam o efeito financeiro: uma família chegou a pagar 250 libras por uma passagem de substituição após ficar presa em fila de 90 minutos no aeroporto de Roma. Autoridades recomendam planejar com base no tempo adicional necessário.

Especialistas destacam que, embora o sistema seja parte de políticas de controle, os passageiros devem assumir a responsabilidade de incluir tempo extra na viagem e verificar previamente as orientações oficiais de companhias, portos e serviços ferroviários.

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