- A prisão preventiva de Jair Bolsonaro foi decretada pelo Supremo Tribunal Federal, a pedido da Polícia Federal, para garantir a ordem pública, e ele foi levado para a Superintendência da PF em Brasília por volta de 6h35.
- Michelle Bolsonaro classificou a medida como maldade humana e perseguição, publicou um versículo bíblico (Salmos 18:25-27) e ainda está no Ceará, seguindo para acompanhar os desdobramentos em Brasília.
- Ela afirmou que a saúde de Bolsonaro ainda tem sequelas do ataque de 2018 e que, em Deus, ele é forte; pediu orações para o Brasil.
- A Polícia Federal, em nota, informou que cumpriu o mandado de prisão preventiva em Brasília/DF, atendendo à decisão do STF.
- Foi preparada uma cela especial na sede da PF e houve mobilização por uma vigília próxima ao condomínio onde Bolsonaro mora.
A prisão preventiva do ex-presidente Jair Bolsonaro foi decretada pelo Supremo Tribunal Federal (STF) a pedido da Polícia Federal. A decisão, anunciada neste sábado (22/11), visa garantir a ordem pública devido à organização de uma vigília próxima ao condomínio onde Bolsonaro mora, em Brasília. Ele foi levado à Superintendência da PF pela manhã.
A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro reagiu nas redes sociais, chamando a medida de maldade humana e perseguição. Ela publicou mensagens de fé e um Salmo, destacando que segue viajando do Ceará para acompanhar os desdobramentos.
Bolsonaro chegou à sede da PF por volta de 6h35 e permanece sob custódia na unidade. Segundo a PF, a prisão ocorreu em cumprimento a decisão do STF e tem como objetivo preservar a ordem pública durante as próximas horas.
Desdobramentos e reação
Michelle Bolsonaro afirmou que continuará em oração e que confia na justiça divina. Ela mencionou o episódio de 2018, quando Bolsonaro sofreu uma facada, destacando sequelas de saúde e reforçando o apoio à continuidade do propósito público do ex-presidente.
A PF informou, em nota, que cumpriu o mandado de prisão preventiva em Brasília/DF. O órgão não detalhou outros elementos da investigação, limitando-se a confirmar a prisão e o objetivo de manter a ordem pública.
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