- A deputada federal Luizianne Lins, do Partido dos Trabalhadores (PT), esteve em uma flotilha interceptada pelas Forças Armadas de Israel, chamando a atenção para brasileiros detidos em águas internacionais.
- Ela gravou um vídeo reclamando do tratamento durante a detenção, mencionando “muitas violações” e descrevendo a interceptação como um “sequestro”.
- Luizianne afirmou que seu sofrimento não se compara ao do povo palestino, mas não detalhou as violações que enfrentou.
- Os detidos, incluindo Luizianne, foram mantidos na prisão de segurança máxima de Ketziot, no deserto de Negev, após se recusarem a assinar um documento de deportação acelerada.
- As audiências judiciais sobre os casos foram concluídas no domingo, e a deputada deve retornar ao Brasil ainda esta semana, enquanto a situação dos brasileiros segue em monitoramento.
A deputada federal Luizianne Lins, do PT, esteve envolvida em uma flotilha interceptada pelas Forças Armadas de Israel, gerando atenção sobre a situação de brasileiros detidos em águas internacionais. A parlamentar gravou um vídeo onde reclama do tratamento que recebeu durante a detenção, mencionando “muitas violações”.
Em sua gravação, Luizianne descreveu a interceptação como um “sequestro” e enfatizou que seu sofrimento não se compara ao do povo palestino. Embora tenha relatado experiências difíceis, não detalhou as violações que enfrentou. A deputada e outros brasileiros foram detidos após a interceptação da flotilha Global Sumud, ocorrida na quarta-feira da semana passada.
Os detidos foram mantidos na prisão de segurança máxima de Ketziot, no deserto de Negev, após se recusarem a assinar um documento de deportação acelerada. As audiências judiciais sobre os casos dos detidos foram concluídas no domingo (5), e Luizianne Lins deve retornar ao Brasil ainda esta semana. A situação dos brasileiros segue em monitoramento, enquanto a deputada aguarda seu retorno ao país.
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