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Cotados para a Justiça vão de Tebet a Gleisi; veja os nomes

Planalto avalia dividir ministério; preferência por mulher, não único critério, entre cotados para Justiça estão Tebet, Gleisi, Messias, Lewandowski e Damous

Até agora, Lula não indica que dividirá o ministério, criando 2 postos de ministro. Neste cenário, o Ministério da Segurança Pública seria recriado
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  • Lula não sinalizou dividir o ministério; cenário aponta a possível recriação do Ministério da Segurança Pública caso haja mudança.
  • Ao menos cinco nomes aparecem como cotados para substituir Flávio Dino no Ministério da Justiça.
  • Simone Tebet é citada entre os cotados; hoje é ministra do Planejamento e Orçamento.
  • Gleisi Hoffmann, presidente nacional do PT, também está entre as opções.
  • Outros cotados são Jorge Messias (Advogado-geral da União), Ricardo Lewandowski (ex-ministro do STF) e Wadih Damous (ex-deputado e Secretário Nacional do Consumidor no Ministério da Justiça).

O Palácio do Planalto não indicou planos de dividir o Ministério da Justiça, mantendo a ideia de manter um único posto de ministro no momento. A discussão envolve ainda a possibilidade de recriar o Ministério da Segurança Pública.

Segundo apuração do Poder360, há ao menos cinco nomes cotados para substituir Flávio Dino, hoje indicado pela Presidência ao STF, caso haja mudança na pasta. A escolha atribui peso a uma mulher na composição.

A lista indica preferência por uma mulher entre as cotadas, mas esse critério não será o único considerado pelo presidente Lula. A decisão depende de definições políticas e técnicas no governo.

Nomes cotados para assumir o Ministério da Justiça

  • Simone Tebet (MDB) – atual ministra do Planejamento e Orçamento
  • Gleisi Hoffmann (PT) – presidente nacional do PT
  • Jorge Messias – Advogado-geral da União
  • Ricardo Lewandowski – ex-ministro do STF, indicado por Lula
  • Wadih Damous (PT) – ex-deputado e secretário nacional do Consumidor

A negociação envolve ainda avaliação de experiência jurídica, gestão pública e alinhamento político. Procuradas, as assessorias não divulgaram detalhes sobre o momento das decisões.

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