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Gleisi acusa Campos Neto de pressionar indicados ao BC

Gleisi acusa Campos Neto de “terrorismo” com política fiscal e com indicados; manterá críticas ao BC em 2025, mesmo com Galípolo no comando

Na imagem, a presidente do PT, Gleisi Hoffmann, durante a reunião do diretório nacional do partido realizada em Brasília
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  • Gleisi Hoffmann, presidenta do PT, disse que o presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, faz “terrorismo” com a política fiscal e com os novos indicados para a autarquia.
  • Ela classificou a taxa de juros brasileira, em 11,25% ao ano, como absurda e citou um processo especulativo relacionado a Campos Neto.
  • A declaração foi feita ao final de uma reunião do diretório nacional do PT, em Brasília.
  • Perguntada sobre críticas ao BC em 2025, com Gabriel Galípolo assumindo a condução da autarquia, Gleisi afirmou que vai continuar criticando, independentemente de quem esteja no cargo.
  • Ela afirmou que, se a instituição for realmente independente, o governo não deve orientar a política, mantendo críticas diante de uma política de juros que considera indevida.

A presidente do PT, Gleisi Hoffmann, afirmou neste sábado (7 dez 2024) em Brasília que Roberto Campos Neto, presidente do Banco Central, pratica o que chamou de “terrorismo” na política fiscal e na avaliação dos indicados para a autarquia. Segundo Gleisi, há um processo especulativo no país ligado às ações do Banco Central e aos nomes que integram a composição da instituição.

A deputada pediu o fim do que chamou de abusos na condução da política de juros, que hoje está em 11,25% ao ano. Ela sustentou que tais medidas criam incerteza econômica e impacto negativo sobre a inflação e o crescimento.

Questionada sobre as críticas a serem mantidas em 2025, quando Gabriel Galípolo, indicado por Lula, passará a chefiar o BC, Gleisi afirmou que a atuação do Banco Central não deve ser orientada pelo governo e que continuará criticando caso persista uma política de juros elevada.

A dirigente petista reforçou a posição do partido de acompanhar o tema com a mesma linha, independentemente de quem esteja no comando do BC, destacando que a autonomia da instituição não deve ser confundida com alinhamento político.

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