A Meta, empresa controladora do Facebook, suavizou a postura de seu CEO, Mark Zuckerberg, ao afirmar ao governo brasileiro que está “comprometida em respeitar os direitos humanos”. Em resposta à Advocacia-Geral da União (AGU), a Meta anunciou o encerramento do programa de checagem de fatos nos Estados Unidos antes de expandir essa iniciativa para outros […]
A Meta, empresa controladora do Facebook, suavizou a postura de seu CEO, Mark Zuckerberg, ao afirmar ao governo brasileiro que está “comprometida em respeitar os direitos humanos”. Em resposta à Advocacia-Geral da União (AGU), a Meta anunciou o encerramento do programa de checagem de fatos nos Estados Unidos antes de expandir essa iniciativa para outros países, embora a AGU tenha expressado “grave preocupação” com alguns aspectos da resposta da empresa.
A Casa Branca considera “iminente” a conclusão de um acordo de cessar-fogo na Faixa de Gaza, após 15 meses de conflito. Negociadores de Israel e do Hamas estão em discussões mediadas pelos Estados Unidos e Catar, com um esboço de pacto que prevê a libertação de 33 reféns e cerca de mil prisioneiros palestinos. Contudo, ainda não há consenso sobre a exigência de Israel de manter uma zona-tampão na fronteira.
O Ministério da Gestão antecipou em uma semana o cronograma do Concurso Nacional Unificado, com a divulgação das notas finais e da primeira lista de aprovados marcada para 4 de fevereiro. Durante o mês, outras classificações dos blocos de 1 a 7 serão divulgadas, sendo que a primeira lista será a definitiva para o bloco 8.
A Federação Brasileira de Bancos (Febraban) emitiu um alerta sobre a circulação de notícias falsas relacionadas ao Pix nas redes sociais, reafirmando que não há cobranças ou taxas para o uso desse meio de pagamento digital. O governo federal tem intensificado a campanha contra fake news e tentativas de golpes, especialmente após a nova regra de fiscalização de transações via Pix. Em São Paulo, o prefeito Ricardo Nunes anunciou que acionará a Justiça contra o serviço de mototáxi da 99, alegando que a oferta é proibida por decreto municipal de 2023. A 99, por sua vez, contesta o decreto, afirmando que se baseia em legislação federal.
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