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Influencers Ianka Cristini e Bruno Martins são presos em operação contra fraudes em SC

- Ianka Cristini, influenciadora com 15 milhões de seguidores, foi presa. - A prisão ocorreu na Operação Lance Final, investigando fraudes no Jogo do Tigrinho. - Bens de luxo, como carros e imóveis, foram apreendidos e redes sociais bloqueadas. - O esquema criminoso foi desmantelado pelo Gaeco, em Santa Catarina e São Paulo. - A defesa alega falta de acesso à investigação e promete se manifestar em breve.

Ianka Cristini, uma influenciadora digital de 28 anos, foi presa na terça-feira (14) durante a Operação Lance Final, que investiga fraudes relacionadas ao Jogo do Tigrinho. A prisão foi autorizada pela Vara Regional de Garantias de Itajaí e também resultou na detenção de seu marido, Bruno Martins, e de uma assessora. A defesa dos envolvidos […]

Ianka Cristini, uma influenciadora digital de 28 anos, foi presa na terça-feira (14) durante a Operação Lance Final, que investiga fraudes relacionadas ao Jogo do Tigrinho. A prisão foi autorizada pela Vara Regional de Garantias de Itajaí e também resultou na detenção de seu marido, Bruno Martins, e de uma assessora. A defesa dos envolvidos afirmou que ainda não teve acesso completo à investigação e se manifestará após obter mais informações.

Cristini, que se apresenta como “multimilionária aos 28 anos” nas redes sociais, acumulou mais de 15 milhões de seguidores. Ela promovia um curso online prometendo ganhos financeiros sem sair de casa. A influenciadora relatou que, após ser demitida no início da pandemia, começou a gravar vídeos e a vender doces para sustentar a família, o que a levou a reformar sua casa e adquirir um carro.

A prisão ocorreu em uma operação do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), coordenada pelo Ministério Público de Santa Catarina (MPSC). O esquema investigado envolve o jogo de azar Fortune Tiger, conhecido no Brasil como Jogo do Tigrinho. O MPSC também anunciou a indisponibilidade de bens de luxo, incluindo imóveis e veículos de alto valor, além do bloqueio das redes sociais dos investigados.

As ordens judiciais estão sendo cumpridas em várias cidades de Santa Catarina, São Paulo e Paraíba. O Gaeco, que reúne diversas forças de segurança, visa identificar e combater organizações criminosas. O MPSC disponibilizou orientações para possíveis vítimas do esquema, incentivando-as a se manifestar.

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