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Ministério Público denuncia motorista por atropelamento fatal em Búzios

- O motorista Yago da Silva Lima foi preso após confessar dirigir embriagado. - Maria Eduarda de Souza Augusto, de 18 anos, foi atropelada e morreu no local. - O MP-RJ denunciou Yago por homicídio qualificado e pediu prisão preventiva. - O crime ocorreu na calçada, evidenciando a crueldade da conduta do motorista. - Imagens mostram Yago fugindo sem prestar socorro às vítimas após o atropelamento.

O Ministério Público do Rio de Janeiro (MP-RJ) denunciou Yago da Silva Lima, de 27 anos, e pediu sua prisão preventiva após o atropelamento que resultou na morte de Maria Eduarda de Souza Augusto, de 18 anos, em Búzios, no último domingo (12). Lima foi preso na quarta-feira (15), conforme confirmado pela delegada Flávia Monteiro […]

O Ministério Público do Rio de Janeiro (MP-RJ) denunciou Yago da Silva Lima, de 27 anos, e pediu sua prisão preventiva após o atropelamento que resultou na morte de Maria Eduarda de Souza Augusto, de 18 anos, em Búzios, no último domingo (12). Lima foi preso na quarta-feira (15), conforme confirmado pela delegada Flávia Monteiro de Barros. Além de Maria Eduarda, outra jovem, Giovanna Larrubia Contides, também foi atropelada e permanece hospitalizada.

A denúncia do MP sustenta que Lima dirigia sob influência de álcool e sem Carteira Nacional de Habilitação (CNH), assumindo o risco de causar a morte. O documento destaca a “crueldade de sua conduta”, já que as vítimas foram arrastadas e deixadas em via pública. O acidente ocorreu por volta das 4h15, após Lima ter consumido bebidas em um bar até cerca de 2h30.

Imagens de câmeras de segurança mostram o momento em que o carro sobe na calçada e atinge as vítimas. Após o atropelamento, Lima desceu do veículo, observou Maria Eduarda caída e, mesmo assim, fugiu em alta velocidade. O MP também pediu à Justiça a reparação de danos morais, considerando que o crime foi praticado de forma a gerar perigo comum.

A prisão preventiva foi solicitada após a Justiça ter negado um pedido anterior de prisão temporária, alegando falta de novos elementos a serem investigados. A promotora Renata Mello Chagas argumentou que Lima agiu de forma consciente e voluntária, aceitando o risco de causar a morte, e não prestou socorro às vítimas. O caso segue em investigação, e o carro utilizado no crime foi apreendido e periciado.

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