Em Alta Copa do Mundo NotíciasAcontecimentos internacionaisPessoasPolíticaConflitos

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Ministério da Fazenda solicita à PF investigação sobre uso indevido do CPF de Haddad

- O Ministério da Fazenda revogou norma que ampliava fiscalização sobre Pix. - Investigação da Polícia Federal foi solicitada sobre uso indevido do CPF de Haddad. - Denúncia aponta que CPF foi compartilhado para criar falso histórico financeiro. - Revogação da norma ocorreu após onda de notícias falsas sobre taxação do Pix. - Medida provisória garantirá que transações via Pix não sejam taxadas.

O Ministério da Fazenda solicitou à Polícia Federal (PF) a investigação sobre o uso indevido do CPF do ministro Fernando Haddad. A denúncia, recebida na quarta-feira (15), indicava que um usuário de celular da Bahia estava compartilhando o número em grupos de aplicativos de mensagem, sugerindo que ele fosse utilizado em notas fiscais para criar […]

O Ministério da Fazenda solicitou à Polícia Federal (PF) a investigação sobre o uso indevido do CPF do ministro Fernando Haddad. A denúncia, recebida na quarta-feira (15), indicava que um usuário de celular da Bahia estava compartilhando o número em grupos de aplicativos de mensagem, sugerindo que ele fosse utilizado em notas fiscais para criar um falso histórico de gastos do ministro. O objetivo seria fazer com que Haddad fosse alvo da Receita Federal.

Esse caso surge em meio à revogação de uma norma que ampliava a fiscalização sobre transferências superiores a R$ 5 mil, o que gerou uma onda de desinformação nas redes sociais. A revogação foi anunciada pelo secretário da Receita Federal, Robinson Barreirinhas, após reunião com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Haddad afirmou que o governo publicará uma medida provisória para garantir que transações via Pix não sejam taxadas, equiparando-as a pagamentos em dinheiro.

A investigação busca proteger a segurança pessoal de Haddad e evitar crimes contra a ordem tributária. O CPF do ministro também foi disseminado em redes sociais, com a mesma orientação de ser utilizado em compras, o que poderia gerar movimentações financeiras incompatíveis com sua remuneração. O governo está monitorando menções ao nome do ministro e ao CPF nas redes sociais.

O Ministério da Fazenda ainda avalia se enviará ofícios para cada caso identificado ou se novos casos serão anexados ao pedido inicial. Até o fechamento desta nota, o ministério e a Secretaria de Comunicação da Presidência não haviam se manifestado sobre o assunto.

Relacionados:

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais