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Polícia Federal investiga três inquéritos relacionados ao Ministério da Fazenda

- A Polícia Federal analisa três inquéritos sobre fake news e vídeo adulterado. - Vídeo manipulado de Fernando Haddad viralizou, distorcendo suas falas. - AGU pediu investigação sobre fake news relacionadas à taxação do Pix. - CPF de Haddad foi compartilhado indevidamente em grupos de mensagens. - Corregedoria da PF avalia se os pedidos são crimes para abertura de inquérito.

A Polícia Federal (PF) está avaliando três pedidos de abertura de inquérito relacionados ao Ministério da Fazenda, sendo dois solicitados pela própria pasta e um pela Advocacia-Geral da União (AGU). As solicitações foram feitas em um intervalo de uma semana e incluem investigações sobre um vídeo adulterado que viralizou, no qual o ministro da Fazenda, […]

A Polícia Federal (PF) está avaliando três pedidos de abertura de inquérito relacionados ao Ministério da Fazenda, sendo dois solicitados pela própria pasta e um pela Advocacia-Geral da União (AGU). As solicitações foram feitas em um intervalo de uma semana e incluem investigações sobre um vídeo adulterado que viralizou, no qual o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, aparece fazendo declarações falsas sobre taxação.

O primeiro pedido, enviado pelo Ministério da Fazenda, busca apurar a autoria de um vídeo manipulado por inteligência artificial, onde Haddad supostamente diz que “teremos impostos do cachorrinho de estimação” e outras frases absurdas. O vídeo original foi captado durante uma coletiva da CNN e, após a viralização, Haddad gravou um vídeo verdadeiro para desmentir o conteúdo falso.

O segundo pedido, feito pela AGU, solicita que a PF investigue a disseminação de fake news sobre uma suposta taxação do Pix, que levou o governo a suspender uma norma da Receita Federal. A AGU pede que sejam apuradas as notícias falsas e a criação de perfis falsos que se passam por instituições governamentais, além de crimes relacionados a cobranças fraudulentas.

O terceiro pedido, também do Ministério da Fazenda, visa investigar o uso indevido do CPF de Haddad, que estaria sendo compartilhado em grupos de mensagens. A denúncia aponta que um usuário, com DDD da Bahia, divulgou o número do ministro e incentivou a inclusão do CPF em notas fiscais para simular gastos. Até o momento, os pedidos ainda não resultaram em inquéritos, pois a Corregedoria da PF está analisando cada um para determinar a viabilidade das investigações.

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