O prefeito de Maricá, Washington Quaquá, tem enfrentado críticas após defender a inocência de Domingos e Chiquinho Brazão, acusados de envolvimento no assassinato da vereadora Marielle Franco. Em um artigo publicado no site do PT na Câmara, Quaquá foi elogiado por seu trabalho em prol dos trabalhadores e por sua atuação na Câmara dos Deputados, […]
O prefeito de Maricá, Washington Quaquá, tem enfrentado críticas após defender a inocência de Domingos e Chiquinho Brazão, acusados de envolvimento no assassinato da vereadora Marielle Franco. Em um artigo publicado no site do PT na Câmara, Quaquá foi elogiado por seu trabalho em prol dos trabalhadores e por sua atuação na Câmara dos Deputados, onde se destacou na articulação de investimentos e na aprovação da Reforma Tributária. A publicação ocorre em um momento de tensão dentro do partido, especialmente após a ministra Anielle Franco representar contra ele na Comissão de Ética.
Quaquá, que voltou à prefeitura em 2024 com 74% dos votos, é um membro influente do PT, tendo ingressado no partido em 1985. Ele tem promovido políticas que visam transformar Maricá em um polo de desenvolvimento, utilizando os R$ 2 bilhões em royalties do petróleo para implementar iniciativas como a Tarifa Zero no transporte público e a construção de moradias. Entre suas promessas estão a instalação de teleféricos e a criação de uma grande piscina natural, além de planos para atrair indústrias ao município.
O prefeito também é conhecido por sua proximidade com o presidente Lula e por sua postura firme em defesa de seus aliados. No entanto, suas ações, como o apoio a Arthur Lira na presidência da Câmara, geraram controvérsias dentro do partido. A situação de Quaquá reflete a divisão interna do PT, que tenta lidar com a imagem de seus membros em meio a escândalos e críticas, enquanto ele continua a se posicionar como um líder forte no Rio de Janeiro.
Além disso, a recente fusão entre as companhias aéreas Gol e Azul foi marcada como “campeã nacional”, gerando ironias sobre a saúde do setor aéreo brasileiro. O governo também enfrentou críticas por gastos excessivos em eventos, como a reunião do G20, que custou R$ 83,4 milhões. Em meio a isso, a violência no Rio de Janeiro continua a ser uma preocupação, com a conexão entre policiais e crimes, como os assassinatos de Marielle Franco e Vinícius Gritzbach, levantando questões sobre a segurança pública e a corrupção nas forças policiais.
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