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Assessor parlamentar e representante comercial são presos com R$ 1,1 milhão em Belém

- Dois homens foram presos em Belém após sacarem R$ 1,1 milhão em espécie. - Um dos presos é assessor parlamentar; o outro, representante comercial. - A Polícia Federal apreendeu veículos, celulares e documentos durante a ação. - Ambos responderão a inquérito por corrupção e lavagem de dinheiro. - Penas máximas somadas podem chegar a 22 anos, sem agravantes.

Dois homens foram presos em flagrante em Belém, no último dia 17, após sacarem R$ 1,1 milhão em dinheiro vivo de uma agência bancária no bairro do Umarizal. A ação foi realizada pela Polícia Federal, que divulgou os detalhes nesta segunda-feira, 20. Um dos detidos é assessor parlamentar, enquanto o outro é representante comercial de […]

Dois homens foram presos em flagrante em Belém, no último dia 17, após sacarem R$ 1,1 milhão em dinheiro vivo de uma agência bancária no bairro do Umarizal. A ação foi realizada pela Polícia Federal, que divulgou os detalhes nesta segunda-feira, 20. Um dos detidos é assessor parlamentar, enquanto o outro é representante comercial de empresas que mantêm contratos com órgãos públicos. Os nomes dos envolvidos não foram revelados.

Além do montante em espécie, a PF apreendeu dois veículos, sendo um deles blindado, além de celulares e documentos. A movimentação de alto valor levantou suspeitas de lavagem de dinheiro e corrupção. Segundo a corporação, o crime de corrupção foi configurado quando o representante comercial repassou o dinheiro ao assessor, um servidor público.

Ambos foram liberados após audiência de custódia e responderão ao inquérito em liberdade. A Polícia Federal abriu uma investigação para apurar os crimes, que podem resultar em penas de até 22 anos, considerando possíveis agravantes. O saque em espécie é uma prática frequentemente associada à lavagem de dinheiro, conforme apontado pela PF.

A corporação segue com as investigações, e o caso destaca a necessidade de vigilância em transações financeiras de alto valor, especialmente envolvendo servidores públicos e contratos com o governo. A Polícia Federal não divulgou mais informações sobre o parlamentar assessorado pelos detidos.

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