Vivian Jenna Wilson, de 20 anos e filha trans de Elon Musk, se manifestou nas redes sociais após Donald Trump assinar uma ordem executiva que estabelece que os gêneros masculino e feminino são imutáveis nos Estados Unidos. Em sua postagem, Vivian destacou a importância de que cada pessoa trans leia o documento, afirmando que é […]
Vivian Jenna Wilson, de 20 anos e filha trans de Elon Musk, se manifestou nas redes sociais após Donald Trump assinar uma ordem executiva que estabelece que os gêneros masculino e feminino são imutáveis nos Estados Unidos. Em sua postagem, Vivian destacou a importância de que cada pessoa trans leia o documento, afirmando que é crucial entender o que está em jogo e a “falta de vergonha do ódio deles”. Essa declaração segue críticas anteriores que Vivian fez ao gesto de seu pai, que foi comparado a uma saudação nazista.
Vivian já havia expressado sua intenção de deixar os Estados Unidos após a eleição de Trump, alegando que o ambiente se tornara perigoso para pessoas trans. Ela passou por uma cirurgia de redesignação de gênero há quase três anos e alterou seu nome. Em resposta às declarações de Elon Musk, que afirmou não reconhecer Vivian como sua herdeira e criticou a “mente woke”, ela rebateu dizendo que ele sempre foi ausente em sua vida, ressaltando que foi reduzida a um estereótipo.
A ordem executiva de Trump, assinada no dia de sua posse, afirma que “ideólogos que negam a realidade biológica do sexo” têm utilizado meios legais para permitir que homens se identifiquem como mulheres, acessando espaços destinados a mulheres. O documento estabelece que a política dos Estados Unidos deve reconhecer apenas dois sexos, masculino e feminino, e que esses não são mutáveis, baseando-se em uma “realidade fundamental e incontestável”.
Além disso, a ordem determina que formulários governamentais que exigem a identificação de sexo devem listar apenas masculino ou feminino, sem solicitar a identidade de gênero. Essa posição reflete uma visão conservadora sobre questões de gênero, gerando reações intensas entre ativistas e defensores dos direitos LGBTQIA+.
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