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Governo avalia medidas fiscais para 2025 e reafirma compromisso com metas fiscais

- O secretário do Tesouro Nacional, Rogério Ceron, reafirmou compromisso fiscal. - O governo avalia medidas de contenção de gastos aprovadas pelo Congresso. - Novos projetos podem ser apresentados para garantir metas fiscais de 2024. - A meta de resultado primário para 2025 é de déficit zero, com tolerância de 0,25%. - Ceron destacou a importância de controlar a inflação para a estabilidade econômica.

O secretário do Tesouro Nacional, Rogério Ceron, anunciou nesta quarta-feira que o governo brasileiro pode implementar medidas adicionais de contenção de gastos para garantir o cumprimento da meta fiscal de 2024. Em entrevista à Rádio Gaúcha, Ceron destacou que o governo já atingiu as metas fiscais do ano anterior e reafirmou o compromisso com as […]

O secretário do Tesouro Nacional, Rogério Ceron, anunciou nesta quarta-feira que o governo brasileiro pode implementar medidas adicionais de contenção de gastos para garantir o cumprimento da meta fiscal de 2024. Em entrevista à Rádio Gaúcha, Ceron destacou que o governo já atingiu as metas fiscais do ano anterior e reafirmou o compromisso com as contas públicas para 2025. Ele afirmou: “Agora, para 2025 o compromisso é o mesmo”, indicando que ajustes podem ser necessários.

Ceron também mencionou que o governo está avaliando a eficácia das medidas fiscais aprovadas anteriormente e o impacto das mudanças feitas pelo Congresso. Ele afirmou que este é o momento de revisar as ações implementadas e determinar se novas medidas são necessárias para alcançar as metas fiscais. O secretário executivo do Ministério da Fazenda, Dario Durigan, também indicou que novas ações fiscais podem ser adotadas ainda este ano.

A meta de resultado primário para 2025, conforme a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO), é de déficit zero, assim como em 2024. No entanto, a regra permite uma tolerância de 0,25 ponto percentual do PIB, o que significa que o governo poderá cumprir a meta com um superávit de 0,25% do PIB ou um déficit de 0,25%.

Ceron enfatizou a importância de controlar a inflação, que deve ser trazida de volta para os níveis desejados pelo Banco Central. O secretário reiterou que o governo está comprometido em manter a saúde fiscal e que, se necessário, novos projetos serão apresentados para garantir o cumprimento das metas estabelecidas.

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