O ministro da Casa Civil, Rui Costa, criticou as redes sociais nesta quarta-feira, afirmando que elas têm pouco compromisso com a verdade e são usadas para disseminar mentiras e cometer crimes. Durante uma entrevista ao programa “Bom Dia, Ministro”, ele destacou a importância de que as informações corretas do governo sejam divulgadas antes que as […]
O ministro da Casa Civil, Rui Costa, criticou as redes sociais nesta quarta-feira, afirmando que elas têm pouco compromisso com a verdade e são usadas para disseminar mentiras e cometer crimes. Durante uma entrevista ao programa “Bom Dia, Ministro”, ele destacou a importância de que as informações corretas do governo sejam divulgadas antes que as desinformações se espalhem, citando o caso do Pix como um exemplo de como a falta de comunicação pode gerar confusão.
Costa enfatizou que o governo precisa transformar dados positivos da economia em percepções claras para a população. Ele mencionou que a determinação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva para que novas portarias sejam avaliadas previamente pelo Planalto visa melhorar a comunicação e garantir que a verdade chegue primeiro ao público. O ministro ressaltou a necessidade de os ministros dialogarem mais com a população para aumentar a capilaridade das informações.
O ministro também abordou o impacto das redes sociais na credibilidade das informações, afirmando que a proliferação de desinformação tem dificultado a distinção entre o que é verdadeiro e falso. Ele observou que, atualmente, até veículos de comunicação oficiais enfrentam desafios de credibilidade, pois as pessoas estão cada vez mais céticas em relação às notícias que consomem.
Além disso, Rui Costa comentou sobre a divisão no Brasil entre aqueles que buscam trabalhar pelo país e aqueles que se dedicam à política apenas para “lacrar”. Ele criticou a falta de compromisso de alguns políticos, que, segundo ele, fazem perguntas apenas para gerar repercussão nas redes sociais, sem se importar com as respostas. O ministro concluiu que é fundamental que a verdade prevaleça na comunicação pública.
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