Pete Hegseth, indicado pelo presidente Donald Trump para liderar o Pentágono, revelou ao Comitê de Serviços Armados do Senado que pagou R$ 50 mil a uma mulher que alegou ter sido sexualmente assediada por ele, como parte de um acordo de não divulgação. Em resposta a uma pergunta da senadora Elizabeth Warren sobre a acusação, […]
Pete Hegseth, indicado pelo presidente Donald Trump para liderar o Pentágono, revelou ao Comitê de Serviços Armados do Senado que pagou R$ 50 mil a uma mulher que alegou ter sido sexualmente assediada por ele, como parte de um acordo de não divulgação. Em resposta a uma pergunta da senadora Elizabeth Warren sobre a acusação, Hegseth, que nega publicamente as alegações, classificou o caso como uma “reclamação de incômodo”.
O incidente ocorreu em 2017, em Monterey, Califórnia, e Hegseth nunca foi acusado formalmente. Ele afirmou que o acordo foi uma medida para proteger sua carreira como apresentador da Fox News de alegações que considera falsas. O valor do pagamento, inicialmente reportado pela Associated Press, foi revelado por Hegseth durante a audiência.
O advogado de Hegseth, Tim Parlatore, reiterou que as alegações são falsas, afirmando que “settled for nuisance value”, ou seja, o valor pago foi muito menor do que o custo de uma defesa legal. Hegseth está a caminho de obter a confirmação do Senado, tendo superado uma etapa crucial com um voto de 51 a 49. Duas republicanas, Lisa Murkowski e Susan Collins, votaram contra a nomeação, questionando seu caráter e qualificações para o cargo.
Entre na conversa da comunidade