O Museu Broad, em Los Angeles, enfrenta duas ações judiciais por discriminação e difamação, além de não prevenir retaliações contra dois funcionários. A primeira ação foi movida pelo ex-diretor de RH, Darron Rezell Walker, que alega ter sido demitido após não encontrar motivos para a demissão do gerente de instalações, Rick Mitchell, de 65 anos. […]
O Museu Broad, em Los Angeles, enfrenta duas ações judiciais por discriminação e difamação, além de não prevenir retaliações contra dois funcionários. A primeira ação foi movida pelo ex-diretor de RH, Darron Rezell Walker, que alega ter sido demitido após não encontrar motivos para a demissão do gerente de instalações, Rick Mitchell, de 65 anos. Walker afirma que a ex-COO do museu, Alysa Gerlach, o pressionou a demitir Mitchell por questões pessoais relacionadas à idade e raça.
A segunda ação, apresentada por Mitchell, acusa Gerlach de orquestrar sua demissão com base em preconceitos etários e raciais. Ele relata que uma investigação interna, solicitada por Gerlach e conduzida por Walker, não encontrou irregularidades. Mitchell alega que Gerlach fabricou justificativas para sua demissão e cometeu difamação ao fazer declarações falsas sobre seu desempenho profissional.
Mitchell, que trabalha no Broad desde sua fundação em 2015 e recebeu avaliações positivas desde 2018, descreve Gerlach como hostil, referindo-se a ele como um “velho homem branco” que queria renovar sua equipe. O museu nega as acusações, afirmando que seguiu os processos adequados e que se defenderá judicialmente. Gerlach deixou o museu em setembro, conforme informações de sua conta pública no LinkedIn.
Em declaração ao Artnet, um representante do Broad classificou as alegações como “sem mérito”, reafirmando a posição da instituição em relação às ações judiciais.
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