Donald Trump, ao assumir a presidência dos Estados Unidos, implementou uma série de ordens executivas que visam cumprir promessas de campanha e impactar a vida de milhões. Entre as ações, ele declarou emergência nacional na fronteira com o México, impondo uma proibição de asilo para migrantes e priorizando a construção de um muro. Além disso, […]
Donald Trump, ao assumir a presidência dos Estados Unidos, implementou uma série de ordens executivas que visam cumprir promessas de campanha e impactar a vida de milhões. Entre as ações, ele declarou emergência nacional na fronteira com o México, impondo uma proibição de asilo para migrantes e priorizando a construção de um muro. Além disso, Trump suspendeu admissões de refugiados e reativou a política “Permanecer no México”, que obriga requerentes de asilo a esperar no país vizinho até a resolução de seus casos.
O presidente também tomou medidas drásticas em relação ao funcionalismo público, incluindo um congelamento de contratações e a revogação de proteções trabalhistas para funcionários federais. Ele ordenou que todos os trabalhadores retornassem ao escritório em tempo integral e anunciou a suspensão de programas de diversidade, equidade e inclusão. Essas ações refletem sua intenção de eliminar o que considera uma “deep state” dentro do governo.
Trump revogou a cidadania por direito de nascença para crianças nascidas nos EUA de pais sem status legal, uma medida que já enfrenta desafios judiciais. Ele também designou cartéis criminosos como organizações terroristas e buscou a pena de morte para imigrantes que cometem crimes graves. Em termos de política ambiental, o presidente declarou uma emergência energética nacional e anunciou a retirada dos EUA do Acordo de Paris, além de planejar a saída da Organização Mundial da Saúde.
Por fim, Trump perdoou cerca de 1.500 apoiadores envolvidos no ataque ao Capitólio em 2021, incluindo líderes de grupos extremistas. Ele também estabeleceu um novo grupo consultivo para promover a eficiência governamental, que já enfrenta ações judiciais. Essas decisões marcam um início polêmico para seu segundo mandato, refletindo sua agenda política e suas promessas de campanha.
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