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Requião Filho se desfiliou do PT e critica projeto de poder do partido

- Requião Filho deixou o PT, seguindo o exemplo de seu pai, Requião. - O TRE-PR autorizou sua desfiliação fora da janela partidária. - Ele criticou o PT por priorizar um projeto de poder, não do Paraná. - O ex-senador Requião também saiu do PT em março de 2023, por privatizações. - Requião Filho avalia convites de outros partidos, seu futuro político é incerto.

O deputado estadual Requião Filho, filho do ex-senador Requião, anunciou sua desfiliação do PT, seguindo os passos do pai. A decisão foi respaldada pelo Tribunal Regional Eleitoral do Paraná (TRE-PR), permitindo que o parlamentar deixasse a sigla sem perder seu mandato. A carta de anuência foi assinada pela presidente nacional do PT, Gleisi Hoffmann, e […]

O deputado estadual Requião Filho, filho do ex-senador Requião, anunciou sua desfiliação do PT, seguindo os passos do pai. A decisão foi respaldada pelo Tribunal Regional Eleitoral do Paraná (TRE-PR), permitindo que o parlamentar deixasse a sigla sem perder seu mandato. A carta de anuência foi assinada pela presidente nacional do PT, Gleisi Hoffmann, e pelo ex-deputado federal Angelo Vanhoni, sendo interpretada pela Justiça como uma desfiliação consensual.

Requião Filho justificou sua saída afirmando que o governo federal não cumpriu promessas feitas ao Paraná. Ele criticou o PT, dizendo que o partido possui um “projeto de poder” que não atende às necessidades do estado. O deputado também destacou que a estrutura do partido favorece sempre os mesmos nomes, dificultando o crescimento de novos líderes.

O futuro político de Requião Filho permanece indefinido, pois ele está considerando convites de outras legendas. Seu pai, Requião, também deixou o PT em março do ano passado, citando o alinhamento do presidente Lula com privatizações e apoio a candidatos que não representavam seus interesses. O ex-senador se filiou ao Mobiliza e concorreu à prefeitura de Curitiba, mas obteve apenas 1,83% dos votos.

Ambos, pai e filho, eram egressos do MDB e se filiaram ao PT antes das eleições de 2022. Requião foi candidato ao governo do estado, atuando como um palanque para Lula no Paraná, mas a relação com o partido se deteriorou ao longo do tempo.

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