A governadora do Rio Grande do Norte, Fátima Bezerra (PT), expressou preocupação com a sustentação do apoio ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva no Nordeste para as eleições de 2026. Em entrevista, Bezerra destacou que o apoio não está garantido e que o governo precisará intensificar sua presença na região. A pesquisa PoderData revelou […]
A governadora do Rio Grande do Norte, Fátima Bezerra (PT), expressou preocupação com a sustentação do apoio ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva no Nordeste para as eleições de 2026. Em entrevista, Bezerra destacou que o apoio não está garantido e que o governo precisará intensificar sua presença na região. A pesquisa PoderData revelou que a desaprovação do governo atingiu 51%, enquanto a aprovação caiu para 42%, com a região nordestina apresentando uma queda significativa na aprovação, de 67% para 60%.
Bezerra enfatizou a necessidade de acelerar obras de infraestrutura e segurança hídrica, afirmando que o governo deve se fazer mais presente. Ela mencionou que o presidente Lula precisa retomar as viagens pelo Brasil para entregar obras, como a transposição das águas do São Francisco e um novo reservatório hídrico no estado. A governadora também reconheceu que o PT precisa de renovação, mas que isso deve ser discutido em um futuro mais distante, focando no presente.
A pesquisa também indicou um aumento na desaprovação entre os eleitores que votaram em Lula em 2022, com 23% dos lulistas agora desaprovando a gestão. Bezerra alertou que o crescimento da direita e a fragmentação no campo progressista exigem uma frente ampla para garantir a reeleição de Lula. Ela acredita que o presidente será candidato, mas não vê espaço para uma chapa “puro sangue” do PT, defendendo a necessidade de alianças.
Além disso, a pesquisa revelou que a desaprovação do governo Lula é mais acentuada entre os eleitores evangélicos, com 68% reprovando a gestão. Entre os católicos, a aprovação é de 48%, uma queda em relação ao mês anterior. A governadora concluiu que o governo deve trabalhar para atender as expectativas da população e reforçar sua presença no Nordeste, onde a situação política é cada vez mais desafiadora.
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