Em Alta Copa do Mundo NotíciasAcontecimentos internacionaisPessoasPolíticaConflitos

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Justiça do Trabalho bloqueia bens de empregadores por trabalho análogo à escravidão

- Justiça do Trabalho bloqueou bens de empregadores em Praia Grande, SP. - Acusação envolve trabalho análogo à escravidão de uma doméstica por 20 anos. - Trabalhadora não tinha registro e recebia apenas comida e moradia. - Juíza Lucimara Schmidt Delgado Celli destacou a gravidade da situação. - Medida visa garantir indenizações e evitar ocultação de bens pelos réus.

A Justiça do Trabalho em Praia Grande, São Paulo, decidiu pelo bloqueio dos bens de empregadores acusados de submeter uma trabalhadora doméstica a condições análogas à escravidão. A determinação foi proferida pela juíza Lucimara Schmidt Delgado Celli, da 2ª Vara do Trabalho, em resposta a um pedido do Ministério Público do Trabalho (MPT). A trabalhadora, […]

A Justiça do Trabalho em Praia Grande, São Paulo, decidiu pelo bloqueio dos bens de empregadores acusados de submeter uma trabalhadora doméstica a condições análogas à escravidão. A determinação foi proferida pela juíza Lucimara Schmidt Delgado Celli, da 2ª Vara do Trabalho, em resposta a um pedido do Ministério Público do Trabalho (MPT). A trabalhadora, que prestou serviços à família por mais de 20 anos, recebia apenas comida e moradia, sem registro em carteira ou salário regular, e enfrentava jornadas excessivas.

Na decisão, a juíza ressaltou que o depoimento da vítima, juntamente com as provas coletadas durante a investigação, evidenciou “a gravidade da situação e a violação dos direitos da trabalhadora”. A magistrada enfatizou a importância do bloqueio para prevenir que os réus ocultem bens, o que poderia dificultar o pagamento de indenizações futuras.

A medida é considerada essencial para assegurar a reparação e compensação das verbas devidas à trabalhadora, garantindo que seus direitos sejam respeitados. A decisão reflete o compromisso da Justiça em combater práticas de trabalho escravo e proteger os direitos dos trabalhadores.

Relacionados:

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais