O Tribunal de Contas da União (TCU) arquivou uma representação contra o ministro da Previdência Social, Carlos Lupi, relacionada a uma viagem à Arábia Saudita em dezembro de 2023. O senador Rogério Marinho (PL) havia questionado a legalidade da viagem, alegando que Lupi não tinha autorização do presidente Lula e que a Fifa teria custeado […]
O Tribunal de Contas da União (TCU) arquivou uma representação contra o ministro da Previdência Social, Carlos Lupi, relacionada a uma viagem à Arábia Saudita em dezembro de 2023. O senador Rogério Marinho (PL) havia questionado a legalidade da viagem, alegando que Lupi não tinha autorização do presidente Lula e que a Fifa teria custeado passagens, hospedagem e ingressos, o que poderia caracterizar um conflito de interesses.
O ministério esclareceu que Lupi se afastou do cargo após solicitar uma licença não remunerada e que o valor referente à sua remuneração durante a viagem, R$ 7,3 mil, foi devolvido aos cofres públicos. A área técnica do TCU concluiu que a remuneração de apenas cinco dias não era suficiente para justificar uma investigação e que os pagamentos feitos pela Fifa não envolviam recursos públicos, portanto, não eram de competência do tribunal.
O relator do caso, Jorge Oliveira, seguiu a análise técnica e não aceitou a representação, citando a falta de requisitos necessários para a admissibilidade do caso. Assim, a questão foi oficialmente arquivada, encerrando as investigações sobre a viagem de Lupi ao Mundial de Clubes.
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