O presidente Luiz Inácio Lula da Silva abordou os ataques que seu governo enfrenta nas redes sociais durante uma coletiva de imprensa nesta quinta-feira. Ele afirmou que aqueles que desejam derrotá-lo precisarão “aprender a fazer luta de rua”, enfatizando a importância do diálogo direto com os eleitores em vez de se basear em desinformação online. […]
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva abordou os ataques que seu governo enfrenta nas redes sociais durante uma coletiva de imprensa nesta quinta-feira. Ele afirmou que aqueles que desejam derrotá-lo precisarão “aprender a fazer luta de rua”, enfatizando a importância do diálogo direto com os eleitores em vez de se basear em desinformação online. Lula também garantiu que está “100% recuperado” de sua cirurgia e destacou que 2024 será um ano crucial para seu governo, prometendo colher os frutos de seu trabalho e combater as fake news que cercam sua gestão.
Na mesma coletiva, Lula comentou sobre a recente alta da taxa de juros, que agora está em 13,25% ao ano, e expressou total confiança no novo presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo. Ele defendeu o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, após críticas do presidente do PSD, Gilberto Kassab, que o chamou de “fraco”. Lula minimizou as preocupações sobre a possibilidade de novos cortes de gastos, afirmando que, se depender dele, não haverá novas medidas fiscais além das já aprovadas.
A desaprovação ao governo Lula atingiu níveis recordes, com 49% da população desaprovando sua gestão, segundo pesquisa Genial/Quaest. O aumento da insatisfação é atribuído a questões econômicas, como a inflação dos alimentos e a crise do Pix, que gerou desinformação e alarmismo nas redes sociais. Lula reconheceu que a expectativa popular por resultados concretos aumenta com o tempo e que é necessário ter paciência para que as promessas de seu governo se concretizem.
Por fim, Lula reafirmou sua intenção de melhorar as relações com os Estados Unidos, pedindo respeito à soberania brasileira ao novo presidente Donald Trump. Ele também se comprometeu a não interferir na política de preços da Petrobras, embora tenha alertado que qualquer aumento no preço do diesel ainda será inferior ao praticado em dezembro de 2022. O presidente concluiu que seu governo está focado em garantir a estabilidade fiscal e o desenvolvimento sustentável, sem que os mais pobres paguem o preço de ajustes fiscais desnecessários.
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