Cinco secretários estaduais do Rio de Janeiro pediram exoneração de seus cargos, conforme publicado no Diário Oficial do Estado nesta sexta-feira. Os secretários Anderson Luis de Morais (Ciência, Tecnologia e Inovação), Deodalto José Ferreira (Agricultura), Gustavo Reis Ferreira (Turismo), Douglas Ruas dos Santos (Cidades) e Bruno Felgueira Dauaire (Habitação de Interesse Social) deixaram suas funções […]
Cinco secretários estaduais do Rio de Janeiro pediram exoneração de seus cargos, conforme publicado no Diário Oficial do Estado nesta sexta-feira. Os secretários Anderson Luis de Morais (Ciência, Tecnologia e Inovação), Deodalto José Ferreira (Agricultura), Gustavo Reis Ferreira (Turismo), Douglas Ruas dos Santos (Cidades) e Bruno Felgueira Dauaire (Habitação de Interesse Social) deixaram suas funções para participar da votação da presidência da Assembleia Legislativa do Rio (Alerj), marcada para o início de fevereiro.
A reeleição de Rodrigo Bacellar (União) é considerada quase garantida, conforme informações do jornal O GLOBO. Em 2023, a eleição para a presidência da Alerj foi marcada por um racha no Partido Liberal, que apoiava Bacellar, enquanto uma ala dissidente, liderada por Altineu Côrtes, apoiava Jair Bitterncourt. A disputa interna gerou conflitos que impactaram a formação do secretariado do governador Cláudio Castro e quase levou a uma decisão judicial sobre a votação.
Desta vez, acordos estão sendo feitos para evitar os conflitos do pleito anterior. Bacellar, agora no União Brasil e presidente estadual da sigla, deve abrir mão da 1ª vice-presidência da Assembleia, atualmente ocupada por seu partido, para incluir um nome do PL em sua chapa. Este movimento é estratégico, pois o indicado assumiria a presidência da Alerj caso Bacellar decida concorrer ao governo do Rio em 2026.
Bacellar destacou que a busca pela unidade na Casa tem sido fundamental nas articulações para a composição da Mesa Diretora. Ele mencionou que a possibilidade de a 1ª vice-presidência ser ocupada pelo PL, que possui a maior bancada, é uma das modificações em discussão. Para concorrer à presidência, é necessário apresentar uma chapa com mais 12 nomes, e Bacellar acredita que, com o apoio da maioria dos deputados, poderá se apresentar como candidato único.
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