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Candidaturas femininas ao Senado são boicotadas e senadores desistem em cima da hora

- Soraya Thronicke e Marcos do Val desistiram de candidaturas à presidência do Senado. - Boicotes de líderes políticos inviabilizaram candidaturas femininas no Senado. - Davi Alcolumbre é o favorito, com apoio de dez partidos e 90% dos senadores. - Soraya e Marcos alegaram falta de apoio e censura como razões para desistência. - O cenário reflete a dificuldade das mulheres na política e a resistência a mudanças.

Soraya Thronicke (Podemos-MS) e Eliziane Gama (PSD-MA) tentaram concorrer à Presidência do Senado, mas não conseguiram sequer lançar suas candidaturas. Caciques do Senado, como Ciro Nogueira e Rodrigo Pacheco, trabalharam para boicotar as candidatas, impedindo que elas obtivessem apoio suficiente. Uma terceira mulher, Tereza Cristina (PP-MS), também planejou se candidatar, mas foi inviabilizada por seu […]

Soraya Thronicke (Podemos-MS) e Eliziane Gama (PSD-MA) tentaram concorrer à Presidência do Senado, mas não conseguiram sequer lançar suas candidaturas. Caciques do Senado, como Ciro Nogueira e Rodrigo Pacheco, trabalharam para boicotar as candidatas, impedindo que elas obtivessem apoio suficiente. Uma terceira mulher, Tereza Cristina (PP-MS), também planejou se candidatar, mas foi inviabilizada por seu partido, que apoiou Davi Alcolumbre (União-AP), eleito novo presidente do Senado.

O plano das senadoras era apresentar uma candidatura feminina em três vertentes políticas, mas o apoio não se concretizou. Soraya e Eliziane viajaram por sete estados e conversaram com 21 senadores para consolidar apoio, mas enfrentaram resistência interna. Pacheco, do mesmo partido que Eliziane, atuou contra sua candidatura, o que foi crucial para a eleição de Alcolumbre, que contava com o apoio de dez partidos, totalizando 74 senadores.

Soraya Thronicke foi a pré-candidata que mais durou na disputa, desistindo apenas durante a votação. Ela afirmou que sua decisão foi pragmática, reconhecendo a falta de apoio dentro do partido. O novo presidente do Senado prometeu compromissos à bancada feminina, que busca maior visibilidade e representação. As senadoras destacam que o ambiente do Senado é dominado por homens, refletindo a dificuldade das mulheres na política.

Marcos do Val (Podemos-ES) também retirou sua candidatura, alegando censura e falta de condições para uma disputa justa. Ele criticou o processo eleitoral e a omissão do Senado em sua defesa. Soraya, ao desistir, enfatizou que sua decisão foi estratégica, reconhecendo a inviabilidade de sua candidatura. Ambos os senadores não tinham chances reais de vitória, já que Alcolumbre contava com o apoio da maioria dos senadores.

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