Após problemas técnicos em um voo no México em outubro do ano passado, o presidente Lula ordenou a seus auxiliares que buscassem uma nova aeronave, preferencialmente mais moderna que a atual, adquirida em 2005. A Força Aérea Brasileira (FAB) apresentou algumas opções, com custos que podem chegar a 350 bilhões de dólares (cerca de 2 […]
Após problemas técnicos em um voo no México em outubro do ano passado, o presidente Lula ordenou a seus auxiliares que buscassem uma nova aeronave, preferencialmente mais moderna que a atual, adquirida em 2005. A Força Aérea Brasileira (FAB) apresentou algumas opções, com custos que podem chegar a 350 bilhões de dólares (cerca de 2 bilhões de reais). Apesar do desejo do presidente, a aquisição enfrenta resistência devido ao elevado custo em um contexto de arrocho fiscal.
Um dos modelos em consideração foi oferecido pelo príncipe e primeiro-ministro da Arábia Saudita, Mohammed bin Salman, que já havia se tornado notícia após presentear o ex-presidente Jair Bolsonaro com um kit de joias valioso. O presente não foi registrado como patrimônio presidencial, levando a Polícia Federal a investigar Bolsonaro por peculato, associação criminosa e lavagem de dinheiro. Bin Salman, que também é conhecido por seu envolvimento na morte do jornalista Jamal Khashoggi, mantém boas relações com o governo Lula, que recentemente reforçou a agenda bilateral com uma ligação ao príncipe.
Além disso, foi cogitado o orçamento de uma aeronave que pertenceu ao ex-jogador de basquete Kobe Bryant, falecido em 2020. Essa aeronave possui uma estrutura de ginástica, exigindo adaptações para uso pelo presidente e sua equipe. Assim, tanto a compra de um novo avião quanto a de um usado não devem se concretizar durante o atual mandato de Lula, segundo avaliações da FAB.
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