A disputa entre o Partido Popular (PP) e Vox se intensificou nas últimas semanas, especialmente após a mudança de posição do PP em relação ao novo decreto ómnibus. O líder do PP, Alberto Núñez Feijóo, criticou Vox, afirmando que seu foco deveria ser a oposição ao governo de Pedro Sánchez, e não à oposição em […]
A disputa entre o Partido Popular (PP) e Vox se intensificou nas últimas semanas, especialmente após a mudança de posição do PP em relação ao novo decreto ómnibus. O líder do PP, Alberto Núñez Feijóo, criticou Vox, afirmando que seu foco deveria ser a oposição ao governo de Pedro Sánchez, e não à oposição em si. Essa mudança de estratégia marca um novo capítulo na relação entre os dois partidos, com Feijóo adotando um tom mais confrontacional.
Durante uma reunião do PP, Feijóo atacou Vox, chamando a formação de Santiago Abascal de oposição “de tumbona” e “de sarao”. Em resposta, Abascal utilizou as redes sociais para reafirmar seu compromisso em lutar contra o que considera traições do PP e do PSOE. A crise interna de Vox se agrava, com a recente renúncia do ex-vice-presidente de Castilla e León, Juan García-Gallardo, que criticou a direção nacional do partido.
As últimas pesquisas indicam um crescimento de Vox, que subiu 1,8 pontos em relação às eleições de 2023, alcançando 14,2% das intenções de voto. Apesar disso, Feijóo minimizou essa ascensão, ressaltando que o PP ainda mantém uma vantagem sobre os socialistas, com 32,6% das intenções de voto. Ele enfatizou que o objetivo do PP é acabar com a “era sanchista” e não se distrair com a oposição interna.
Além das disputas políticas, o PP anunciou novas medidas em seu “plano de habitação”, incluindo deduções de 15% do IRPF para arrendatários menores de 40 anos e garantias para hipotecas. Feijóo busca desviar o foco das críticas sobre sua mudança de posição em relação ao decreto, afirmando que o verdadeiro responsável pela mudança de opinião é o governo.
Entre na conversa da comunidade