O Ministério Público do Rio de Janeiro anunciou, nesta terça-feira, a recriação do Grupo de Atuação Especializada em Segurança Pública (Gaesp), que terá a responsabilidade de investigar crimes cometidos por policiais militares, civis e agentes penitenciários. O procurador-geral Antônio José Campos Moreira destacou que o estado enfrenta um momento crítico, com vastos territórios sob controle […]
O Ministério Público do Rio de Janeiro anunciou, nesta terça-feira, a recriação do Grupo de Atuação Especializada em Segurança Pública (Gaesp), que terá a responsabilidade de investigar crimes cometidos por policiais militares, civis e agentes penitenciários. O procurador-geral Antônio José Campos Moreira destacou que o estado enfrenta um momento crítico, com vastos territórios sob controle da criminalidade.
O Gaesp, que foi extinto em 2021, será liderado pelo promotor Fábio Mattos, atual subcoordenador do Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado (Gaeco). A criação do grupo visa monitorar e diagnosticar políticas de segurança, além de controlar a atuação policial, em resposta ao aumento da violência no estado.
Moreira enfatizou que a situação no Rio de Janeiro é “inaceitável”, com uma escalada da criminalidade que afeta a população. Ele afirmou que o Ministério Público não pode ignorar o problema e deve ser parte da solução. O controle da atuação policial será feito com foco na legalidade, sem comprometer a independência da instituição.
O procurador também ressaltou que as ações policiais devem respeitar a lei e os direitos humanos, incluindo os dos próprios policiais, que frequentemente enfrentam riscos em operações. A nova estrutura do Gaesp busca garantir que as polícias atuem de maneira planejada e dentro dos protocolos estabelecidos.
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