O ministro Luiz Fux, do Supremo Tribunal Federal (STF), arquivou a queixa-crime apresentada por Dayane Valencio, mãe de uma criança com deficiência, contra o senador Romário (PL-RJ). A decisão ocorreu após Dayane desistir de prosseguir com a ação, que se originou de ofensas feitas pelo senador em resposta a um post dela nas redes sociais. […]
O ministro Luiz Fux, do Supremo Tribunal Federal (STF), arquivou a queixa-crime apresentada por Dayane Valencio, mãe de uma criança com deficiência, contra o senador Romário (PL-RJ). A decisão ocorreu após Dayane desistir de prosseguir com a ação, que se originou de ofensas feitas pelo senador em resposta a um post dela nas redes sociais.
Em junho de 2024, Dayane publicou uma foto de um protesto contra o cancelamento de planos de saúde, onde criticou Romário, afirmando que ele só participava das manifestações de pessoas com deficiência (PCD) de forma simbólica. A resposta do senador foi agressiva, chamando-a de “escrota e babaca”. Em outubro, decepcionada com a postura do senador, Dayane decidiu formalizar a queixa-crime no STF.
Na semana passada, Dayane optou por desistir da ação e explicou que sua decisão se baseou na decepção inicial com Romário, a quem havia apoiado nas eleições. Ela afirmou que esperava apoio e ajuda, mas a resposta do senador não atendeu suas expectativas. Apesar disso, reconheceu a importância de Romário para a comunidade PCD.
A desistência da ação foi um passo significativo, refletindo a complexidade das relações entre eleitores e representantes políticos, especialmente em questões sensíveis como a defesa dos direitos das pessoas com deficiência. A decisão de Dayane destaca a importância do diálogo e da compreensão nas interações entre cidadãos e seus representantes.
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