O Podemos do Paraná, liderado por Deltan Dallagnol e Sergio Moro, busca se reestruturar para as eleições de 2026. No dia 12 de fevereiro, a jornalista Cristina Graeml, que obteve 42,36% dos votos na última eleição para a prefeitura de Curitiba, se filiará ao partido em um evento em Brasília, com a presença de deputados […]
O Podemos do Paraná, liderado por Deltan Dallagnol e Sergio Moro, busca se reestruturar para as eleições de 2026. No dia 12 de fevereiro, a jornalista Cristina Graeml, que obteve 42,36% dos votos na última eleição para a prefeitura de Curitiba, se filiará ao partido em um evento em Brasília, com a presença de deputados e senadores da sigla. A filiação é vista como uma estratégia para ampliar sua influência política, especialmente entre as mulheres.
Cristina já manifestou sua intenção de concorrer ao Senado Federal ou ao governo do Paraná, com o anúncio oficial a ser feito pela presidente nacional do Podemos, Renata Abreu. Sua decisão de se juntar ao partido foi motivada pela certeza de que terá apoio para sua candidatura. A jornalista, que foi apoiada pelo ex-senador Álvaro Dias, descartou conversas com outras legendas à direita, como o Novo e o PL, devido a desavenças pessoais e percepções de falta de acolhimento.
Nos bastidores, a entrada de Cristina no Podemos é interpretada como uma possível resposta a Sergio Moro, que deixou a sigla antes das eleições de 2022, gerando ressentimentos. A articulação entre Cristina e Álvaro Dias pode resultar em um plano em que um concorra ao Senado e o outro ao governo, embora haja preocupações sobre a influência do governador Ratinho Júnior e seus aliados no estado.
Apesar das especulações sobre sua capacidade de atrair votos para a Câmara dos Deputados, os assessores de Cristina negam essa possibilidade. A movimentação no Podemos reflete um cenário político dinâmico, onde alianças e rivalidades moldam as estratégias eleitorais em um ambiente competitivo.
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