A operação da Polícia Federal, realizada em Goiás nesta quinta-feira, 6, investiga um suposto desvio de verbas públicas e envolve o ex-governador Marconi Perillo (PSDB) e o atual governador Ronaldo Caiado (União Brasil). Perillo, que presidiu o estado entre 2011 e 2018, é acusado de corrupção, com indícios de que ele e aliados teriam firmado […]
A operação da Polícia Federal, realizada em Goiás nesta quinta-feira, 6, investiga um suposto desvio de verbas públicas e envolve o ex-governador Marconi Perillo (PSDB) e o atual governador Ronaldo Caiado (União Brasil). Perillo, que presidiu o estado entre 2011 e 2018, é acusado de corrupção, com indícios de que ele e aliados teriam firmado contratos com o SUS através de uma organização social para lavar recursos públicos.
Após a operação, Perillo negou as acusações e alegou que Caiado estaria utilizando a PF para realizar uma “perseguição política”. Em nota, ele afirmou que a ação visa silenciá-lo diante de suas denúncias sobre corrupção no governo atual. “Não imaginava que ousariam usar o poder do Estado para me perseguir”, declarou.
Em resposta, o governo de Goiás refutou as alegações de Perillo, afirmando que ele tenta criar uma “cortina de fumaça” para desviar a atenção da operação. O comunicado da secretaria de Comunicação criticou a nota do ex-governador, ressaltando que ele deve explicações à Justiça e que Caiado não responderá a um investigado.
O diretório nacional do PSDB também se manifestou em defesa de Perillo, questionando a demora da investigação e expressando confiança de que ele não cometeu crime algum. Aécio Neves, ex-senador e deputado federal, também manifestou apoio a Perillo, destacando sua confiança na integridade de sua trajetória política.
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