Carla Zambelli, que teve seu mandato cassado pelo TSE por abuso de poder político, enfrenta uma nova ação penal no STF. A deputada é acusada de perseguir um eleitor de Lula com uma arma em São Paulo, antes do segundo turno das eleições. O relator do caso, Gilmar Mendes, enviou os autos à revisora Cármen […]
Carla Zambelli, que teve seu mandato cassado pelo TSE por abuso de poder político, enfrenta uma nova ação penal no STF. A deputada é acusada de perseguir um eleitor de Lula com uma arma em São Paulo, antes do segundo turno das eleições. O relator do caso, Gilmar Mendes, enviou os autos à revisora Cármen Lúcia, que fará um exame complementar, podendo liberar o processo para julgamento.
Zambelli se tornou ré em 2023, enfrentando acusações de porte ilegal de arma e constrangimento ilegal com uso de arma de fogo, que podem resultar em até cinco anos de prisão. A Procuradoria-Geral da República (PGR) solicita a condenação da deputada, além de uma multa de R$ 100 mil e o confisco da pistola utilizada no incidente. O andamento do processo ocorre em segredo de justiça.
Durante o processo, a PGR rejeitou um acordo de não persecução penal, que foi solicitado por Zambelli. A deputada também questionou a competência do Supremo Tribunal Federal para julgar o caso, o que pode atrasar ainda mais o andamento do processo. A situação de Zambelli se complica à medida que a ação penal avança, refletindo um cenário jurídico desafiador para a parlamentar.
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