Demetrius Frazier, um americano de 52 anos, foi executado nesta quinta-feira, no Alabama, após quase três décadas no corredor da morte. Ele foi condenado em 1996 pelo estupro e assassinato de Pauline Brown, ocorrido em 1991. A execução foi realizada por inalação de nitrogênio, um método controverso que a ONU considera um “método não comprovado” […]
Demetrius Frazier, um americano de 52 anos, foi executado nesta quinta-feira, no Alabama, após quase três décadas no corredor da morte. Ele foi condenado em 1996 pelo estupro e assassinato de Pauline Brown, ocorrido em 1991. A execução foi realizada por inalação de nitrogênio, um método controverso que a ONU considera um “método não comprovado” e potencialmente cruel. Este foi o quarto uso desse método no Alabama, o único estado a adotá-lo.
A inalação de nitrogênio provoca a morte por hipoxia, ou seja, deficiência de oxigênio, e é criticada por organizações internacionais. A União Europeia a classifica como “particularmente cruel”. Frazier já havia sido condenado anteriormente no Michigan, onde cumpria pena perpétua por crimes semelhantes, mas foi transferido para o Alabama em 2011.
Os recursos de Frazier, tanto para ser mantido no Michigan quanto contra o método de execução, foram negados pelos tribunais. Ele foi declarado morto às 18h36 (hora local) em uma prisão de Atmore. Esta execução é a terceira nos Estados Unidos em 2025, seguindo um total de 25 em 2024 e 24 em 2023.
Atualmente, a pena de morte é abolida em 23 dos 50 estados americanos, enquanto Califórnia, Oregon e Pensilvânia impuseram moratórias. A defesa da pena capital é apoiada por figuras políticas como Donald Trump.
Entre na conversa da comunidade