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Político do Chega é acusado de pagar por sexo com adolescente após defender castração de pedófilos

- Nuno Pardal, do Chega, admitiu ter pago por sexo com um adolescente de 15 anos. - Ele renunciou a cargos no partido após as acusações de prostituição de menores. - André Ventura, líder do Chega, reafirmou a posição contra pedofilia e prometeu tolerância zero. - O partido enfrenta crises internas, ameaçando sua imagem de "lei e ordem". - Outros membros do Chega também enfrentam acusações, intensificando a crise.

Um membro do Chega, partido de extrema direita em Portugal, foi acusado pelo Ministério Público de pagar por sexo com um adolescente de 15 anos. Nuno Pardal, de 54 anos, que havia defendido a castração química para pedófilos, admitiu os atos, alegando não saber a idade da vítima. Ele renunciou ao cargo na Assembleia Municipal […]

Um membro do Chega, partido de extrema direita em Portugal, foi acusado pelo Ministério Público de pagar por sexo com um adolescente de 15 anos. Nuno Pardal, de 54 anos, que havia defendido a castração química para pedófilos, admitiu os atos, alegando não saber a idade da vítima. Ele renunciou ao cargo na Assembleia Municipal de Lisboa e ao posto de vice-líder distrital do partido após a revelação do caso pelo jornal Expresso.

De acordo com a denúncia, Pardal conheceu o menor por meio de um aplicativo e combinou um encontro em uma estação de trem em 2023. Após o ato sexual, ele pagou 20 euros (aproximadamente R$ 120) via transferência eletrônica. O político tentou marcar um novo encontro, mas a proposta foi recusada. O caso veio à tona quando os pais do menor acessaram as conversas do filho no WhatsApp.

Pardal enfrenta acusações de dois crimes de prostituição de menores agravados. O líder do Chega, André Ventura, reafirmou a posição do partido a favor da castração química para pedófilos e exigiu a renúncia imediata de Pardal. Ventura também se distanciou de outros dois membros do partido que enfrentam acusações, ressaltando a necessidade de manter a imagem de “lei e ordem” que ajudou o Chega a se tornar a terceira maior força no Parlamento.

Recentemente, outros incidentes envolvendo membros do Chega foram reportados, incluindo um parlamentar suspeito de roubo no aeroporto de Lisboa e um deputado regional pego dirigindo embriagado. Ventura reconheceu que a situação não é favorável para o partido e prometeu tolerância zero com crimes, em um momento em que o Chega busca consolidar sua imagem pública.

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