A Justiça Estadual do Rio de Janeiro ordenou que o “X”, anteriormente conhecido como Twitter, notifique a plataforma para fornecer os IPs e os logs de acesso das contas de Rodrigo Dunshee, ex-vice-presidente do Flamengo, e de um perfil falso atribuído a ele. Essa decisão implica a quebra de sigilo dos dados do ex-dirigente, no […]
A Justiça Estadual do Rio de Janeiro ordenou que o “X”, anteriormente conhecido como Twitter, notifique a plataforma para fornecer os IPs e os logs de acesso das contas de Rodrigo Dunshee, ex-vice-presidente do Flamengo, e de um perfil falso atribuído a ele. Essa decisão implica a quebra de sigilo dos dados do ex-dirigente, no contexto de um inquérito que investiga o uso do perfil falso, que postava conteúdos difamatórios contra o deputado Eduardo Bandeira de Mello, ex-presidente do clube.
A determinação judicial segue o parecer do Ministério Público, que apoiou os pedidos da defesa de Bandeira de Mello para que o “X” fosse solicitado a fornecer essas informações. No entanto, o MP se opôs à realização de uma audiência especial para ouvir Dunshee sobre as suspeitas que pesam sobre ele. A juíza Alessandra de Araújo acatou a posição do MP e rejeitou esse pedido.
As suspeitas em relação a Dunshee surgiram após ele ter publicado um texto no antigo Twitter, que foi rapidamente apagado. O conteúdo, no entanto, foi encontrado no perfil falso, que foi excluído após relatos de seguidores sobre a coincidência. Além disso, a decisão judicial exige que o “X” informe se houve publicações deletadas na conta de Dunshee e quais seriam essas postagens.
Rodrigo Dunshee nega as acusações feitas contra ele, que envolvem a utilização de um perfil falso para difamar o ex-presidente do Flamengo. A investigação continua em andamento, com a expectativa de que as informações solicitadas ajudem a esclarecer os fatos.
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