Luigi Mangione, acusado de assassinar Brian Thompson, CEO da UnitedHealthcare, recebeu US$ 354 mil (cerca de R$ 2,04 milhões) em doações para sua defesa. A campanha, organizada pelo Comitê Jurídico de 4 de Dezembro, atraiu mais de 10 mil doadores, com contribuições médias de US$ 30. A advogada de Mangione, Karen Friedman Agnifilo, expressou gratidão […]
Luigi Mangione, acusado de assassinar Brian Thompson, CEO da UnitedHealthcare, recebeu US$ 354 mil (cerca de R$ 2,04 milhões) em doações para sua defesa. A campanha, organizada pelo Comitê Jurídico de 4 de Dezembro, atraiu mais de 10 mil doadores, com contribuições médias de US$ 30. A advogada de Mangione, Karen Friedman Agnifilo, expressou gratidão pelo apoio, destacando que a arrecadação visa garantir uma defesa robusta.
Mangione, de 26 anos, foi preso após uma busca de cinco dias, encontrado em um McDonald’s na Pensilvânia, portando uma arma que supostamente foi usada no crime. Ele também tinha uma identidade falsa e um caderno criticando a indústria de saúde. As autoridades o acusam de homicídio, terrorismo e uso de arma de fogo. O promotor de Manhattan, Alvin Bragg, descreveu o assassinato como um ato “assustador e bem planejado”.
O crime ocorreu em 4 de dezembro, quando Mangione disparou contra Thompson, de 50 anos, em frente a uma conferência de investidores em Manhattan. Se condenado, ele pode enfrentar a pena de morte em tribunal federal ou prisão perpétua em acusações estaduais. Apesar das graves acusações, alguns doadores acreditam que Mangione não cometeu crime.
Uma pesquisa da Universidade de Chicago revelou que muitos americanos veem os lucros das seguradoras de saúde como parcialmente responsáveis pelo assassinato. Contudo, cerca de 80% dos entrevistados consideram que Mangione tem “muita” ou “moderada” responsabilidade. A UnitedHealthcare afirmou que Mangione nunca foi cliente da empresa, enquanto Thompson, casado e pai de dois filhos, trabalhava na companhia há 20 anos.
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