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Justiça do Rio de Janeiro arquiva denúncia de racismo do presidente da CBF contra ex-diretor

- A 20ª Vara Criminal do Rio de Janeiro arquivou inquérito de racismo contra Domingos Torres. - Ednaldo Rodrigues, presidente da CBF, alegou racismo após comentários de Torres. - Torres chamou Rodrigues de "limitado" e criticou sua gestão na CBF. - O Ministério Público considerou as declarações como mera opinião, não racismo. - A queixa surgiu após mudanças na CBF, como a troca de impressoras por modelos simples.

Dias atrás, a 20ª Vara Criminal do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro decidiu arquivar o inquérito policial que investigava uma queixa de racismo feita pelo presidente da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), Ednaldo Rodrigues. A investigação foi aberta após um comentário do ex-diretor de TI da CBF, Domingos Torres, que se referiu a […]

Dias atrás, a 20ª Vara Criminal do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro decidiu arquivar o inquérito policial que investigava uma queixa de racismo feita pelo presidente da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), Ednaldo Rodrigues. A investigação foi aberta após um comentário do ex-diretor de TI da CBF, Domingos Torres, que se referiu a Rodrigues de maneira depreciativa em uma reclamação ao setor de compliance da entidade.

Na reclamação, Torres descreveu Ednaldo como “limitado” e mencionou que ele havia chegado à CBF “como gestor de uma pequena federação”. Esse descontentamento surgiu após mudanças administrativas implementadas por Rodrigues, que incluíram a substituição de impressoras por modelos mais simples. A queixa foi considerada pelo Ministério Público como uma mera expressão de opinião sobre a gestão da CBF.

Os promotores argumentaram que as declarações de Torres não configuraram racismo, mas sim uma comparação baseada na diferença de porte entre as entidades. A decisão de arquivar o caso foi tomada com base nessa análise, que não encontrou indícios de crime nas falas do ex-diretor.

Torres foi representado legalmente pelos advogados Taiguara Libano Soares e Souza e Victor Afonso Bastos Ribeiro, que acompanharam o desenrolar do processo. A decisão do tribunal encerra a investigação sobre as alegações de Ednaldo Rodrigues.

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