Sean “Diddy” Combs entrou com uma ação judicial contra a NBCUniversal, Peacock TV e Ample Entertainment, reivindicando 100 milhões de dólares (aproximadamente R$ 577 milhões) por difamação. O processo, protocolado em 12 de fevereiro de 2024, alega que o documentário Diddy: The Making of a Bad Boy contém declarações prejudiciais que o acusam de assassinato […]
Sean “Diddy” Combs entrou com uma ação judicial contra a NBCUniversal, Peacock TV e Ample Entertainment, reivindicando 100 milhões de dólares (aproximadamente R$ 577 milhões) por difamação. O processo, protocolado em 12 de fevereiro de 2024, alega que o documentário Diddy: The Making of a Bad Boy contém declarações prejudiciais que o acusam de assassinato em série e tráfico sexual. As informações foram divulgadas pela Variety.
O rapper afirma que as empresas de mídia agiram de forma “falsa, imprudente e maliciosa”, apresentando acusações infundadas sobre seu suposto envolvimento em mortes, incluindo a de sua ex-namorada, Kimberly Porter, e do rapper Notorious B.I.G.. A advogada de Combs, Erica Wolff, criticou a decisão das empresas, afirmando que elas priorizaram o lucro em detrimento da verdade e dos padrões jornalísticos.
O processo também menciona uma entrevista do Hollywood Reporter com o produtor executivo do documentário, Ari Mark, que reconheceu que a produção foi realizada de forma apressada devido à concorrência de outros projetos sobre o mesmo tema. Combs busca a indenização por “graves danos econômicos e à reputação”.
Atualmente, Diddy enfrenta acusações de tráfico sexual, associação criminosa e promoção da prostituição, estando preso desde setembro de 2023. Desde então, mais de 20 pessoas já processaram o rapper, aumentando a pressão sobre sua imagem pública.
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