A deputada Tabata Amaral (PSB-SP) surge como forte candidata para o Ministério de Ciência e Tecnologia, especialmente após o presidente Lula criticar a “lenga-lenga do Ibama”. Essa declaração está relacionada ao suplente de Tabata na Câmara, Rodrigo Agostinho, atual presidente do Ibama, que foi acusado por Lula de atrasar a liberação de petróleo na Bacia […]
A deputada Tabata Amaral (PSB-SP) surge como forte candidata para o Ministério de Ciência e Tecnologia, especialmente após o presidente Lula criticar a “lenga-lenga do Ibama”. Essa declaração está relacionada ao suplente de Tabata na Câmara, Rodrigo Agostinho, atual presidente do Ibama, que foi acusado por Lula de atrasar a liberação de petróleo na Bacia da Foz do Amazonas.
Se Tabata assumir o ministério, Rodrigo Agostinho retornaria à Câmara como deputado federal, ocupando o lugar dela. Essa movimentação permitiria a Lula nomear um novo presidente para o Ibama, que agisse de forma mais ágil em relação à exploração de petróleo, sem que a intenção de afastar um opositor à exploração ficasse evidente.
Além disso, o nome de Márcio Macedo, atual ministro da Secretaria Geral da Presidência, foi mencionado como uma das opções para o cargo no Ibama. Contudo, essa posição estaria prometida a Gleisi Hoffmann, o que pode complicar a situação. A articulação política em torno dessas nomeações reflete as tensões e interesses em jogo no governo Lula.
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